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Conflito

Acordos de Paz na Colômbia terão 15 Chefes de Estado em Cartagena

Brasília – O governo colombiano confirmou a participação de 15 Chefes de Estado e 27 chanceleres na cerimônia de assinatura dos Acordos de Paz firmados com as FARC, nesta segunda-feira, 26, em Cartagena de Índias. Confirmaram presença os presidentes da Bolívia, Costa Rica, Cuba, Chile, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Venezuela.

O presidente Michel Temer havia confirmado presença, mas para evitar problemas nas futuras votações de interesse do governo, preferiu permanecer em Brasília e será representado pelo ministro das Relações Exteriores, José Serra. Temer conversou a respeito com o presidente Juan Manuel Santos, na semana passada em Nova York.

Além dos presidentes e ministros, estarão presentes o Rei emérito da Espanha, Juan Carlos I, os ex-presidentes do México, Ernesto Zedillo, e do uruguai, José Pepe Mújica, o ex-primeiro-ministro espanhol Felipe González, e o ex-Secretário-Geral da ONU, Koffi Annan. Outros dez representantes de organismos internacionais se farão presentes como o Secretário-Geral Organização das Nações Unidas, Ban Ki Moon; o presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, Gerard Von Bohemen; o Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro; os presidentes do Banco Mundial, Jim Yong Kim; do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde; e do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Luis Alberto Moreno; a Secretária-Geral Ibero-americana, Rebeca Grynspan; a Secretária-Geral da Cepal, Alicia Bárcenas,  e o presidente da Corporação Andina de Fomento (CAF), Enrique García.

O evento marca o fim de um conflito de 52 anos. No dia 2 de outubro, os colombianos vão às urnas para referendar a decisão do governo e das FARC. Se os acordos de paz forem aprovados pela maioria, entram em vigor. O próximo passo será negociar a paz com a segunda maior guerrilha colombiana, o ELN. O Brasil pretende ser um dos países-garantes deste processo e poderá inclusive, receber reuniões da futura mesa de diálogo.

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