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América do Sul sofrerá contração de 2.2% em 2016 e crescerá em 2017, segundo a CEPAL

Brasília – A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), projeta uma contração de 2,2% para a economia regional em 2016, mas prevê crescimento de 1,1% em 2017. De acordo com a CEPAL, os preços das matérias-primas deverão subir no próximo ano em comparação com os níveis de 2015 e 2016. 

Em 2017, a dinâmica do crescimento mostrará marcas diferenciadas entre países e subregiões, indica a comissão. As economias da América do Sul, especializadas na produção de bens primários, em especial petróleo, minerais e alimentos, registrarão um crescimento medio que contrasta com a contração esperada de -2,2% em 2016.

Já para as economias da América Central é esperada uma taxa de crescimento de 4% para o próximo ano, superior aos 3,7% projetados para 2016. Quando a América Central e o México são analisados em conjunto, as projeções são de 2,5% para este ano e 2,6% para o ano que vem. No Caribe inglês e holandês, a estimativa de crescimento é de 1,4% para o ano que vem, cifra que contrasta positivamente com a contração esperada de -0,3% de 2016.

Segundo a CEPAL, para sustentar o maior crescimento esperado em 2017 a região terá de dinamizar o investimento e incrementar a produtividade para manter um nível de crescimento sustentável. Neste contexto o investimento em infraestrutura e em inovação tecnológica devem jogar um papel primordial.

Além disso, para proteger os avanços sociais logrados em anos recentes o organismo assinala que serão necessárias políticas que mantenham o investimento social e produtivo em um marco de ajustes fiscais inteligentes.

Agrega ainda que se deve procurar a sustentabilidade das finanças públicas da região, com políticas que tomem em conta tanto o impacto sobre a capacidade de crescimento no longo prazo, como sobre as condições sociais dos habitantes da região.

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