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Força Aérea

Aprovado crédito para modernização de caças AMX

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira, 7, uma operação de crédito externo no valor de 85 milhões de euros, entre o Brasil e um consórcio formado pelos bancos BNP Paribas e Hapoalim, para modernização de 43 aeronaves AMX.

 

Esses aviões de ataque são denominados no Brasil de A-1 e equipam a Força Aérea Brasileira (FAB) como resultado de um acordo assinado em 27 de março de 1981 entre os governos do Brasil e da Itália.

 

As aeronaves modernizadas receberão o nome de A-1M. Há época, a EMBRAER então uma empresa estatal, participou do projeto.

 

O primeiro protótipo voou em 15 de maio de 1984 e, durante o quinto vôo, caiu, matando o piloto. A produção em série foi iniciada na metade de 1986, com os primeiros exemplares entregues à Força Aérea Italiana e à FAB em 1989.

 

Cerca de 200 AMXs foram construídos.

 

Em 1999, os esquadrões italianos de AMX realizaram 252 missões de combate sobre o Kosovo, como parte da operação das Forças Aliadas, sem nenhuma aeronave perdida.

 

Como sócio minoritário no projeto, o Brasil teve problemas na assistência técnica e nos custos de reparos desses aviões de combate, mas adotou soluções tecnológicas que agora dispensam a dependência de fornecedores externos.

 

Para esse novo empreendimento, a Força Aérea Brasileira recorreu ao apoio da empresa israelense Elbit, com sede em Haifa.

 

O empréstimo, aprovado pela CAE pela manhã e no Plenário em regime de urgência, corresponde a 85% do valor do projeto, de US$ 187,43 milhões.

 

O Tesouro Nacional vai desembolsar US$ 20,46 milhões, referentes aos restantes 15%.

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