Brasília, 21 de novembro de 2018 - 13h09

Política

12 de dezembro de 2016
por: InfoRel
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Brasília - No dia 1º de janeiro, a Argentina assumirá formalmente a presidência do MERCOSUL, só que desta vez, sem a tradicional Cúpula Presidencial que marca esses eventos. A informação é da chanceler Susana Malcorra que esteve em Brasília na última quinta-feira, 8, quando se reuniu com o ministro José Serra e o presidente Michel Temer.



A ministra das Relações Exteriores explicou que os chanceleres dos países fundadores do bloco se reunirão em Buenos Aires no dia 14 para dar início às negociações sobre o Plano de Ação para o primeiro semestre de 2017. Segundo ela, a Venezuela que está suspensa, não deverá participar da reunião.



Segundo Malcorra, “a Venezuela não foi suspensa. Foi cessada em sua participação no MERCOSUL”, de acordo com o entendimento de Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai. Ela afirmou ainda que os quatro países fundadores do bloco “têm esperança que a Venezuela se adeque o quanto antes à normativa do bloco para voltar a ser membro pleno”.



Para Argentina, Brasil e Paraguai, “não se  pode ser sócio de um clube e ter direitos de acesso sem ajustar-se às obrigações”.



Venezuela garante que assistirá reunião do MERCOSUL na Argentina



A ministra de Relações Exteriores da Venezuela, Delcy Rodríguez, informou neste domingo, 11, que o seu país “assistirá em defesa legítima de seus direitos e interesses à reunião do MERCOSUL convocada pela Argentina para este 14 de dezembro em Buenos Aires”.



“A Venezuela, em defesa legítima de seus direitos e interesses, assim como da institucionalidade mercosuriana, participará deste encontro. No dia 14 do corrente estarei em Buenos Aires, levando a mensagem de integração e unidade da Venezuela aos povos irmãos do MERCOSUL”, explicou Rodríguez.



Ela informou ainda que no dia 15, estará em Montevidéu onde participará das negociações diretas promovidas pela Venezuela para a resolução de controvérsias.



As tensões no MERCOSUL tiveram início no final de julho quando o Uruguai deixou a presidência do bloco e a Venezuela assumiu sem o consentimento dos demais sócios, que se opõem a que o país assuma o posto, pois consideram que o governo de Nicolás Maduro violou a ordem constitucional em seu país.


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