Brasília, 17 de outubro de 2018 - 12h20

Bolívia busca apoio de Brasil, Rússia e Reino Unid

17 de setembro de 2010
por: InfoRel

O governo boliviano está negociando com Brasil, Rússia e Reino Unido, apoio financeiro e logístico para enfrentar o narcotráfico.



De acordo com o vice-ministro de Defesa Social e Substâncias Controladas, Felipe Cáceres, o país busca apoio e cooperação desde que sua soberania não seja ameaçada.



A Rússia foi procurada para aportar recursos econômicos e logísticos.



Com o Brasil, será ampliado o acordo de cooperação de luta contra o crime organizado e delitos conexos como o narcotráfico.



Segundo autoridades bolivianas, o Brasil estaria disposto a investir US$ 2 milhões no fortalecimento do Plano Bra-Bo.



Além disso, o Brasil poderia apoiar a Força Tarefa Conjunta com helicópteros para a erradicação de cultivos de coca nos parques nacionais, protegidos por lei por serem também reservas florestais.



Igualmente, as operações combinadas realizadas pela Polícia Federal e a Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico, serão incrementadas na fronteira, em San Matías e San Ignacio de Velasco, na Bolívia, e Acre, Mato Grosso e Rondônia, no Brasil.



Na próxima semana, os bolivianos se reúnem com autoridades russas e britânicas para discutirem o aporte de recursos e a doação de equipamentos.



A Bolívia também realiza operações combinadas contra o narcotráfico com a Argentina, Chile, Paraguai e Peru.



Estados Unidos



 O presidente Evo Morales, afirmou que não permitirá o retorno da DEA, agência antidroga norte-americana, à Bolívia, e minimizou a decisão dos Estados Unidos de desertificar o país quanto a política de combate ao narcotráfico.



Na quarta-feira, 15, o presidente Barack Obama, em pronunciamento ao Congresso Nacional, afirmou que a Bolívia falha ao não cumprir suas obrigações internacionais quanto às drogas.



O país foi desertificado pela terceira vez consecutiva.



A diretora da Divisão Antinarcóticos da Embaixada dos Estados Unidos em La Paz, Susan Keogh, reconheceu que menos de 1% da droga apreendida no país é de origem boliviana.



Para Morales, os Estados Unidos devem fechar suas fronteiras para a cocaína. Informe da Administração de Serviços Sanitários Mentais e de Abuso de Substâncias, do governo norte-americano, mostra que o consumo de drogas no país cresceu 8,7% no último ano, o nível mais alto em uma década.



América Latina



De acordo com a Casa Branca, dos 23 países identificados como produtores de drogas, 13 são latino-americanos.



Bolívia e Venezuela estão entre aqueles que não cumprem com suas obrigações internacionais de combate ao narcotráfico.



Foram identificados como produtores: Afeganistão, Bahamas, Bolívia, Birmânia, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Haiti, Honduras, Índia, Jamaica, Laos, México, Nicarágua, Paquistão, Panamá, Peru e Venezuela.


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