Defesa

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13/11/2011
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13/11/2011

Braço Forte e Mão Amiga, o lema nos Pelotões Espec

Braço Forte e Mão Amiga, o lema nos Pelotões Especiais de Fronteira

Boa Vista, Roraima – A 1ª Brigada de Infantaria de Selva é responsável por uma área de 224,1 km² e seus militares atuam em pontos estratégicos nas fronteiras com Guiana e Venezuela. O seu efetivo compreende 3.340 militares, sendo 800 deles destinados ao Batalhão de Engenharia de Construção (5º BEC).

Os soldados destinados aos pelotões de fronteira atuam sob a tríade da soberania: Combate, Vida e Trabalho. O Combate é o Braço Forte. Vida e Trabalho, a Mão Amiga. Juntos, formam o lema do Exército brasileiro.

Os pelotões de fronteira têm uma importância ímpar para a força. De acordo com o Comando, pode até faltar arroz e feijão em Manaus, mas na fronteira é proibido.

Para reforçar a vigilância e fortalecer a presença militar nas fronteiras, devem ser criados os PEF nas regiões de Entre Rios, Jacamim, Vila Contão, Ericó, Uaicamãs e Serra do Sol.

O Exército atua na faixa de fronteira sempre com o amparo legal. Suas missões constitucionais estão definidas, em particular, na Lei Complementar 117, de 2 de setembro de 2004, cujo desempenho, quando necessário, requer liberdade de ação em qualquer parte do território nacional.

A presença do Exército nas fronteiras é permanente e se dá por meio do trabalho de organizações militares especiais, como os PEF.

Os PEF não são unidades de tropa autônomas, mas vinculadas a Batalhões de Infantaria de Selva/Comandos de Fronteira; assim, não há “orçamento para os PEF” e sim recursos destinados aos batalhões aos quais são vinculados.

Reforço

No dia 27 de outubro, a 1ª Brigada de Infantaria de Selva recebeu as duas primeiras Viaturas Blindadas de Reconhecimento (VBR) “Cascavel”, de um total de sete viaturas que integrarão o 18º Regimento de Cavalaria Mecanizado.

A entrega das viaturas visa cumprir o Plano Estratégico de Reestruturação do Exército (PEREx 2011-2014).

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