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Brasil contribui para o documento final em Nagoya

Brasília – O Brasil contribuiu com a aprovação por unanimidade da Declaração de Aichi-Nagoya na Conferência Mundial sobre Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) encerrada nesta quarta-feira, 12, no Japão. O documento pede medidas para reforçar e intensificar a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS), inclusive adotando o tema na agenda de desenvolvimento pós-2015.

A delegação brasileira composta por representantes dos ministérios do Meio Ambiente (MMA), Educação (MEC), Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da sociedade civil, sugeriu algumas emendas à declaração final.

Uma das contribuições trata do compromisso da direção geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em assegurar recursos adequados, inclusive fundos à educação para o desenvolvimento sustentável; sendo que os educadores devem estimular um pensamento crítico e sistêmico; respeitando o conhecimento e práticas das comunidades locais, tradicionais e indígenas.

A delegação brasileira trabalhou diretamente com a diplomata Gabriela Resendes, do Consulado do Brasil em Nagoya, que fez parte do Drafting Group (grupo de elaboração) da Declaração, inclusive representando os países do Grupo Latinoamericano e Caribenho (Grulac).

A Declaração de Aichi-Nagoya foi aprovada por unanimidade na sessão plenária de encerramento. Ela se baseia nos resultados da Década das Nações Unidas de Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014) e nas deliberações da Conferência e as reuniões de participantes que foram realizadas de 04 a 08 de novembro em Okayama.

O Brasil participou ainda com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), do MCTI, que apresentou oficina de trabalho sobre o tema da Redução de Risco com Desastres Ambientais, iniciativas e pesquisas desenvolvidas no país.

A Conferência contou com mais de mil participantes, incluindo representantes de Estados Membros da Unesco, Organizações não governamentais (ONGs), academia, setor privado e as agências da ONU, além de jovens participantes de 150 países. O tema trabalhado foi: "Aprendendo Hoje para um Futuro Sustentável".

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