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Oriente Médio

Brasil critica massacre na Síria e cobra gestos de Assad

Brasília – O governo brasileiro condenou por meio de nota do Itamaraty, nesta sexta-feira, 13, o massacre registrado no povoado de Tremseh, em que 220 pessoa foram mortas por forças do governo durante bombardeio de helicópteros e tanques.

A nota destaca a preocupação do Brasil com o uso de armas pesadas contra populações de civis na Síria. O ministério das Relações Exteriores também pede que o governo sírio interrompa imediatamente as ações militares contra as pessoas desarmadas.

Além disso, o Itamaraty reiterou seu apoio às iniciativas da Conferência de Grupo de Ação sobre a Síria, realizada em Genebra.

De acordo com a nota, “o Brasil condena veementemente a repressão violenta contra civis desarmados e recorda os compromissos do governo sírio, contidos no Plano de Paz de seis pontos do enviado especial da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan, de cessar imediatamente toda movimentação de tropas e o uso de armamento pesado em áreas urbanas”.

A diplomacia brasileira também acompanha a evolução das negociações realizadas na Suíça. Já há um acordo em torno da formação de um governo de transição, mas sem definição em relação ao futuro do presidente Bashar al-Assad.

“O governo brasileiro tomou conhecimento, com grande preocupação, da utilização de armamento pesado contra civis pelo governo sírio na vila de Tremseh, perto da cidade de Hama.

O Brasil condena veementemente a repressão violenta contra civis desarmados e recorda os compromissos do governo sírio, contidos no Plano de Paz de seis pontos do enviado especial da ONU [Organização das Nações Unidas] e da Liga Árabe, Kofi Annan, de cessar imediatamente toda movimentação de tropas e o uso de armamento pesado em áreas urbanas”, diz o comunicado do Itamaraty.

De acordo com estimativas da oposição, mais de 16 mil pessoas já morreram na Síria desde o início dos confrontos entre tropas do regime e os rebeldes, que pedem a renúncia de Assad.

A ONU fala em mais de 10 mil mortos no país, desde o início do conflito, há 16 meses.

Rússia e China, membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, ainda impedem que uma resolução aprovando o uso da força contra o regime sírio, seja aprovada.

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