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Brasil e Chile aprofundarão cooperação em diálogo político-militar

Brasília – Os ministros das Relações Exteriores e da Defesa do Brasil e do Chile presidirão, nesta quinta-feira, 9, a primeira Reunião do Diálogo Político-Militar bilateral, também conhecido como Mecanismo 2+2, com o objetivo de aprofundar a cooperação bilateral. Além dos ministros, participarão do encontro autoridades civis e militares das respectivas chancelarias e ministérios da Defesa, responsáveis por temas estratégicos.

De acordo com o Itamaraty, o Diálogo Político-Militar, em formato 2+2, irá promover o intercâmbio de perspectivas estratégicas e de segurança internacional, bem como da inserção dos países regional e globalmente. Constarão da pauta do encontro operações de manutenção de paz, papel das instituições interamericanas de defesa, desafios regionais, cooperação antártica, cibernética, ciência e tecnologia e base industrial de defesa.

Além disso, será assinado o Protocolo sobre Intercâmbio de Dados e Serviços de Catalogação da Defesa, complementar ao Acordo entre Brasil e Chile sobre Cooperação em Matéria de Defesa, de 2009.

Nos últimos anos, a cooperação em defesa entre Brasil e Chile tem avançado, com visitas de alto nível que refletem a crescente vontade política de aprofundar iniciativas de cooperação bilateral.

Os dois países instituíram ainda o Grupo de Trabalho Bilateral em Defesa e o encontro entre Chefes de Estado-Maior da Defesa. No dia 7, celebrou-se a 10ª edição da reunião do GT bilateral, em Santiago.

Participaram das discussões o Subsecretário de Defesa chileno, Cristián de la Maza Riquelme, e por parte do Brasil, o chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante Ademir Sobrinho.

Na oportunidade, foram tratadas questões relacionadas à cooperação em ciberdefesa, ciência e tecnologia, operações de paz, estudos e pesquisa em defesa, programas sociais de apoio aos esportes e à saúde, parcerias público-privadas, e os impactos na criação de unidades de conservação junto às Forças Armadas.

Riquelme e Sobrinho também deram início ao diálogo acerca do financiamento das Forças Armadas, cenários de catástrofes e intercâmbio de experiências sobre a Antártica.

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