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11/01/2017
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11/01/2017

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Brasil e Chile poderão ter voos adicionais para as Malvinas

Brasília – Apenas empresas aéreas do Brasil e do Chile terão autorização para realizar um segundo voo entre as Ilhas Malvinas e a América do Sul. A decisão é dos legisladores eleitos da ilha que negociaram o tema com as autoridades britânicas em Londres.

Nesta semana, os legisladores Mike Summers e Phyl Rendell participaram de reuniões relativas a temas do Atlântico Sul, entre Argentina  e o Reino Unido, e formaram parte da delegação encabeçada pelo ministro do Foreign Office para Europa e as  Américas, Alan Duncan.

Sobre os voos para as Malvinas, ficou acordado que as propostas serão recebidas até o final deste mês para que as empresas comecem a operar em outubro. A Argentina não apresentou nenhuma objeção para que aviões com maior capacidade sejam utilizados desde Punta Arenas, no Chile.

Argentina e Reino Unido entendem que um voo semanal todas as quartas-feiras, era necessário e se implementará com uma escala uma vez por mês em ambas as direções, na Argentina. Seria semelhante ao que se cumpre atualmente em Río Gallegos, um trânsito sem necessidade de trâmites de imigração.

O governo das Malvinas não descarta apoiar financeiramente o início das operações, mas as propostas precisam ser comercialmente viáveis. De acordo com os legisladores da Ilha, a companhia Latam que realiza voos todos os sábados para as Malvinas, está satisfeita com o fluxo de passageiros e manterá a linha.

A ideia é que outras companhias se interessem pela rota. Desta forma, haveria uma concorrência capaz de manter bons preços e aumentar o número de turistas que visitam as Malvinas.  

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