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14/02/2012
Ciência & Tecnologia
14/02/2012

Brasil e China miram na Ciência, Tecnologia e Inov

Brasil e China miram na Ciência, Tecnologia e Inovação

Brasília – Os temas ligados a ciência, tecnologia e inovação tiveram destaque na 2ª Reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), realizada nesta segunda-feira, 13, em Brasília. Área espacial, biotecnologia, nanotecnologia, meteorologia, intercâmbio acadêmico, energia verde e tecnologias da informação e da comunicação estão entre as áreas em que o dois países pretendem aprofundar a cooperação.

De acordo com o vice-primeiro-ministro chinês, Wang Qishan, o lançamento dos dois satélites conjuntos CBers 3 e 4 para 2012 e 2014, respectivamente, estão confirmados.

O vice-presidente Michel Temer, explicou que subcomissões trataram do Programa Ciência sem Fronteiras, lembrando que na visita da presidenta Dilma Rousseff, em 2011, ficou acertado que a China receberia pelo menos 100 estudantes do Brasil.

No contexto da 2ª Reunião, Qishan foi antes recebido em audiência pela presidenta Dilma Rousseff, e participou de encontro com empresários brasileiros. Além disso, oito ministros brasileiros debateram os interesses conjuntos com a delegação visitante.

“A tarefa mais premente é assegurar a recuperação da economia mundial”, disse o vice-primeiro-ministro chinês.

Para ele, o encontro teve “pleno êxito” e é tempo de dar início à elaboração do plano decenal de cooperação, “para nossa parceria institucional avançar sempre”.

Ele disse que seu país continuará ampliando as importações de produtos brasileiros de maior valor agregado. Temer, por sua vez, destacou a possibilidade de uma atuação afinada nas instâncias multilaterais das quais as duas nações participam.

A comissão

A Cosban é o mecanismo permanente de mais alto nível entre os governos do Brasil e da China.

Desde 2009, a China é o maior parceiro comercial do Brasil e principal fonte de novos investimentos no país.

Em 2011, o comércio bilateral alcançou US$ 77,1 bilhões. O superávit comercial brasileiro com o parceiro equivale a 38% de seu saldo positivo global.

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