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Brasil e Espanha buscarão os mercados da Ásia e Or

Brasil e Espanha buscarão os mercados da Ásia e Oriente Médio

Brasília – Enquanto os governos do Brasil e da Espanha não resolvem os problemas em relação à imigração, empresários dos dois países decidiram nesta segunda-feira, 4, criar um comitê conjunto para viabilizar negócios na Ásia e Oriente Médio.

A idéia é diminuir os efeitos da crise econômica mundial por meio da exportação de manufaturados.

De acordo com Juan Rosell, presidente da Confederação Espanhola de Organizações Empresariais, “precisamos de todos os mercados. Essa é uma saída muito importante para a crise, em especial para as empresas médias”.

“Queremos unir empresas dos dois países para aproveitar a expertise dos espanhóis e o conhecimento dos brasileiros”, explicou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson de Andrade.

Os empresários do Brasil e da Espanha pretendem realizar missões conjuntas para que os resultados concretos da cooperação apareçam mais rapidamente.

Para Robson de Andrade, os setores têxtil e energético são os maiores beneficiados. “Em especial, os ligados a energias eólica e solar. Podemos trabalhar muito para que eles produzam, no Brasil, equipamentos tanto para o desenvolvimento brasileiro como para exportações, a partir de uma plataforma aqui instalada, destinada a exportar principalmente para a América Latina”, afirmou.

Juan Rosell lamentou a crise vivida pela Espanha. Segundo ele, “nos primeiros sete anos deste século, criamos 5 milhões de empregos. E, nos últimos quatro anos, destruímos 3 milhões. Esse é um dado importante, apesar de negativo.”

Na sua avaliação, o atual governo espanhol promove reformas necessárias para o mercado de trabalho, o setor financeiro, e no terreno fiscal.

“Acreditamos que essas reformas não vão dar resultado amanhã, mas em médio e longo prazo. Com a confiança que temos nos empresários espanhóis, acreditamos que serão reformas de resultado no médio prazo” concluiu.

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