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Brasil e Reino Unido querem o aprofundamento das r

Brasil e Reino Unido querem o aprofundamento das relações

Nesta terça-feira, autoridades diplomáticas do Brasil e do Reino Unido se reuniram para o Diálogo Econômico de Alto Nível que tem por objetivo aprofundar as relações entre os dois países em temas da agenda econômico-financeira bilateral e multilateral.

 

Na oportunidade, foram abordados questões relativas ao G-20, à reforma das instituições financeiras internacionais, à regulação financeira, à Rodada Doha da OMC, ao comércio entre o MERCOSUL e a União Européia e aos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio.

 

Além disso, Brasil e Reino Unido buscam identificar oportunidades de aprofundamento da cooperação bilateral em várias áreas.

 

De acordo com o ministério das Relações Exteriores, entre janeiro e agosto deste ano, as exportações brasileiras para o Reino Unido somaram US$ 2,78 bilhões, com crescimento de 18% em relação ao mesmo período de 2009.

 

As exportações britânicas para o Brasil totalizaram, no mesmo período, US$ 2,03 bilhões, com alta de 67%.

Países pobres

O diretor de Relações Internacionais do Ministério para o Desenvolvimento Internacional do Reino Unido, Anthony Smith, informou que os dois governos estudam uma parceria que permita ajudar países pobres, sobretudo da África Ocidental.

Smith explicou que o Reino Unido não tem um programa de auxílio ao Brasil, mas que quer trabalhar com o governo brasileiro para ajudar países como Moçambique, por exemplo.

“O governo brasileiro sabe que tem um papel importante [no cenário mundial] e está interessado em fazer mais pelos pobres,” destacou.

Na sua avaliação, os países subdesenvolvidos enxergam no Brasil um exemplo de sucesso.

Anthony Smith lembrou que apenas fundos e ajuda humanitária não são capazes de acabar com a pobreza no mundo e que o exemplo brasileiro de estabilidade econômica associada a programas sociais deve ser duplicado.

“Os países pobres têm economia instável, crescimento negativo e altos níveis de desigualdade. Um país como o Brasil tem muitas experiências para compartilhar,” concluiu.

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