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Marinhas

Brasil é sede da 24ª Conferência Naval Interamericana

A Marinha brasileira é a responsável pela organização da 24ª edição da Conferência Naval Interamericana (CNI), que será realizada no Rio de Janeiro entre os dias 13 e 17 de setembro.

O evento é considerado o mais importante fórum de discussão e intercâmbio entre as Marinhas americanas. Neste ano, a CNI comemora seus 50 anos.

De acordo com a Marinha, a Conferência foi criada em 1959, com o propósito de estimular os contatos profissionais permanentes entre as marinhas dos países participantes.

“A CNI proporciona um foro para intercâmbio de idéias, conhecimentos e entendimento mútuo dos problemas marítimos que afetam o Continente Americano”, informa a Marinha.

Participarão dessa edição da Conferência, as marinhas da Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Estados Unidos, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Venezuela.

Além desses 17 países, as delegações da Junta Interamericana de Defesa (JID) e da Rede Naval Interamericana de Telecomunicações (RNIT) confirmaram as suas presenças.

Durante a Conferência, serão debatidos diversos temas de interesse naval, sendo o tema oficial da 24ª CNI: “A Segurança Marítima Interamericana: a consciência do domínio marítimo regional e mecanismos para seu fomento; o emprego do Poder Naval na segurança marítima e na defesa dos recursos naturais; e as questões do ordenamento jurídico”.

Temas

A Conferência Naval Interamericana não pode se realizar num intervalo inferior a um ano e máximo de dois anos.

Cada país e organização pode sugerir os temas a serem discutidos. Para o evento do Rio de Janeiro, foram propostos até o momento:

Argentina: A cooperação regional para o controle do tráfego marítimo, como base da segurança e proteção das linhas de comércio oceânicas.

Brasil: A Segurança Marítima Internacional: a consciência do domínio marítimo regional e mecanismos para seu fomento; o emprego do Poder Naval na segurança marítima e na defesa dos recursos naturais; e as questões do ordenamento jurídico.

Canadá: Atingindo consciência do domínio marítimo integrado.

Chile: O papel da Marinha do Chile no controle e vigilância das atividades pesqueiras na ZEE e alto mar adjacente.

Colômbia: A importância de cominar o conhecimento marítimo na luta contra o narcotráfico: a experiência da Marinha da Colômbia.

El Salvador: Narcotráfico e gangues juvenis em El Salvador.

Equador: A consciência do domínio marítimo regional e mecanismos para seu fomento; o emprego do Poder Naval na segurança marítima e na defesa dos recursos naturais; e as questões do ordenamento jurídico.

Estados Unidos: Consciência do domínio marítimo e desastres naturais: coordenação e colaboração melhoram o processo de recuperação.

Junta Interamericana de Defesa (JID): Junta Interamericana de Defesa: sua interação em assuntos navais e de defesa.

México: Visão da Marinha do México em relação à segurança regional.

Peru: Contribuição da Marinha do Peru na segurança marítima internacional interamericana mediante o emprego do Poder Naval no âmbito aquático.

RNIT: Utilização da capacidade da RNIT de colaborar no apoio interamericano de segurança marítima.

Venezuela: O emprego do Poder Naval de estados americanos na manutenção da segurança no mar: uma visão da Armada Bolivariana da Venezuela.

Mais informações podem ser obtidas no endereço http://www.cni.mar.mil.br.

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