Defesa

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Brasil e Suécia retomam diálogo sobre Gripen

Brasília – O ministro da Defesa, Celso Amorim, recebeu, na tarde de quarta-feira, 15, o secretário de Estado da Defesa da Suécia, Carl von der Esch, com o objetivo de trocar informações sobre o andamento do processo de compra pelo Brasil dos 36 caças suecos Gripen NG.

Na oportunidade, Amorim reiterou que a escolha do modelo sueco considerou três elementos: preço, transferência de tecnologia e performance. Além disso, o Brasil priorizou as questões técnicas em lugar do aspecto político ao eleger o Gripen NG.

“Estou otimista de nossa parceria. A indústria de defesa brasileira também”, afirmou o ministro.

Esch destacou que a decisão brasileira é resultado de um longo processo, “de muitos anos”, que finalmente se concretizou. “Estamos empenhados em trabalhar junto, cooperando em diversos níveis com vocês”, assegurou. As negociações devem durar cerca de 12 meses.

Os suecos também se reuniram com o Secretário-Geral do MD, Ari Matos Cardoso. De acordo com Carl von der Esch, o importante neste momento, mais do que o aspecto comercial do contrato, é estabelecer contato entre os representantes de ambos os países e “ficar a par dos trâmites”.

De acordo com o MD, está em andamento a criação de Grupo de Trabalho (GT) que irá acompanhar todo o processo de compra das aeronaves. O GT estar formalizado até o final de fevereiro.

Esta equipe será coordenada pela Defesa e terá integrantes dos ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão; da Fazenda; da Ciência, Tecnologia e Inovação; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e das Relações Exteriores.

Segundo Carl von der Esch, a Suécia está tratando a negociação da mesma forma que o Brasil, com contato permanente com diversas agências do governo, como Secretaria de Defesa, Ministério das Finanças, Força Aérea, entre outros.

Celso Amorim lembrou que todo o processo de escolha do caça foi acompanhado pelo Congresso brasileiro. Ainda em dezembro, os presidentes das comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Senado e da Câmara, confirmaram que as negociações até a assinatura do contrato serão acompanhadas pelo Legislativo.

O contrato quando pronto será submetido à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e terá de ser aprovado para que o governo assuma os compromissos de financiamento e pagamento dos aviões.

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