Brasília, 14 de novembro de 2018 - 05h52

Energia

03 de outubro de 2016
por: InfoRel
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Brasília - De acordo com o boletim “Energia na América do Sul – ano base 2015”, divulgado anualmente pela Secretária de Planejamento e Desenvolvimento Energético do ministério de Minas e Energia (MME), dos 12 países da América do Sul, o Brasil apresenta o terceiro maior percentual de fontes renováveis na matriz energética, de 41% do total.



O estudo revela ainda que o primeiro lugar é ocupado pelo Paraguai (67%), seguido pelo Uruguai (54%). O Brasil também se destaca na matriz de geração elétrica, ficando com 50,2% da geração total da região, no mesmo ano. Na sequência vêm a Argentina, com 12,5%, e a Venezuela, com 11%.



Sete países da América do Sul apresentam mais de 50% de participação da geração hidráulica na matriz elétrica: Paraguai, Uruguai, Venezuela, Colômbia, Brasil, Suriname e Equador.  No mundo, o indicador é de apenas 17,3%, informou o ministério de Minas e Energia.



A geração de energia elétrica da América do Sul, no ano de 2015, atingiu 1.157 TWh, registrando uma taxa de crescimento de apenas 0,4% na comparação com 2014, e representando 4,8% da oferta mundial de eletricidade. No ano, a geração hidráulica respondeu por 58% do total da região, enquanto o gás natural teve a participação de 20%. Os derivados de petróleo (óleo) foram responsáveis por 7%.



As fontes renováveis na matriz de eletricidade da América do Sul atingiram o montante de 761 TWh em 2015, correspondendo a 13,2% da geração renovável do mundo (ante 17,2% em 2011). Estas fontes, com participação significativa de 65,8% na América do Sul, superam em muito os 23,8% de renováveis da matriz mundial de eletricidade.



Já com relação às emissões de gases do efeito estufa, a América do Sul computou 1,87 tCO2/tep de energia (tep = tonelada equivalente de petróleo) e o Brasil 1,55 tCO2/tep, ambos mostrando vantagens significativas sobre o indicador mundial,  de 2,33 tCO2/tep: 25% superior ao da América do Sul e 50% superior ao do Brasil.


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