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Brasil preocupado com Honduras e Venezuela

Brasil preocupado com Honduras e Venezuela

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta quinta-feira em Davos, que o Brasil poderá rever as relações com Honduras a partir da posse do presidente Porfírio Lobo.

Amorim elogiou o presidente pelas negociações que permitiram o salvo-conduto ao presidente deposto Manuel Zelaya.

Por enquanto, o governo brasileiro considera ilegítima a eleição de Lobo.

As relações diplomáticas entre Brasil e Honduras estão rompidas desde junho do ano passado. Todos os acordos de cooperação foram congelados e o governo brasileiro também cancelou o repasse de recursos.

Na avaliação de Celso Amorim, os avanços conquistados pelo presidente Porfírio Lobo devem ser ampliados com o objetivo de pôr fim à instabilidade política e social hondurenha.

“O fato de o presidente Lobo ter ido buscar o presidente Zelaya na embaixada brasileira é um indicativo de uma atitude conciliatória”, afirmou.

Manuel Zelaya ficou abrigado 126 dias na embaixada do Brasil em Tegucigalpa e desde novembro, quando foi eleito, Porfírio Lobo negocia uma saída para a crise.

As negociações com Roberto Micheletti e Manuel Zelaya incluiu o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández.

Venezuela

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reconheceu que o Brasil está preocupado com uma possível crise institucional na Venezuela e os protestos contra o presidente Hugo Chávez.

Ainda assim, disse esperar que a situação se normalize nos próximos dias.

Para o ministro, as manifestações podem ter como pano de fundo as eleições legislativas que serão realizadas no segundo semestre.

Chama a atenção do governo brasileiro a substituição de vários ministros e assessores do presidente Chávez nos últimos dias.

As informações que chegam de Caracas dão conta que os protestos estão se intensificando com a participação de estudantes, jornalistas, professores e entidades da sociedade civil.

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