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Brasil quer atrair investimentos da Ásia e Oriente

Brasil quer atrair investimentos da Ásia e Oriente Médio

Brasília – O ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, iniciou nesta terça-feira, 29, em Tóquio, Japão, uma visita de uma semana à Ásia e ao Oriente Médio com o objetivo de ampliar as relações comerciais e atrair investimentos para o Brasil.

No Japão, Pimentel se reuniu com os ministros Yukio Edano, da Economia e Indústria, e Takeshi Maeda, da Terra, Infraestrutura, Transportes e Turismo. Na oportunidade, foi assinado um memorando de entendimento para a cooperação no setor de tecnologia marítima.

Nesta quarta-feira, 30, Pimentel fará uma apresentação sobre oportunidades de investimento no Brasil para representantes de 47 empresas japonesas reunidas no Keidanren, a confederação da indústria local. Ainda em Tóquio ele terá reuniões com o presidente da Mitsubishi Corporation, Ken Kobayashi, e com Osamu Fujimura, ministro-chefe do gabinete do Primeiro-Ministro.

Na quinta-feira, 31, Pimentel desembarca em Seul, na Coréia do Sul, onde se reúne com autoridades governamentais e empresários. O ministro cumpre agenda de trabalho com Hong Sukwoo, ministro da Economia e do Comércio, e com Bahk Jaewan, ministro de Estratégia e Finanças.

Fernando Pimentel também se reunirá com In Sik Roh, presidente da Samsung Heavy Industries, com Chung Eui-Sun, vice-presidente e CEO da Hyundai, e com Chung Joon-Yanng, presidente da Companhia de Aço e Ferro Pohang.

Em Doha, no Catar, o ministro chega no próximo sábado, 2, para reuniões com o emir, Hamad bin Khalifa, e com o primeiro-ministro Hamad bin Jassim bin Jaber Al Thani.

Infraestrutura

Fernando Pimentel está na Ásia em busca de investimentos para o Brasil nas áreas de infraestrutura e tecnologia. No encontro com o ministro dos Transportes, Takashi Maeda, Pimentel convidou as empresas japonesas a participar das obras de construção e ampliação de portos, aeroportos, rodovias e do trem-bala ligando as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.

Ele também pediu a participação japonesa no “esforço” para o desenvolvimento da indústria naval.

“Nos próximos seis a oito anos, o Brasil vai precisar de 500 embarcações, de navios de apoio a sondas de perfuração flutuante para a exploração do pré-sal. O Japão dispõe de tecnologia que poderia nos ser muito útil”, afirmou.

Ainda conforme o ministro, o objetivo da missão é levar novas empresas para o Brasil e abrir caminho para que aquelas que já estão instaladas no país ampliem seus investimentos.

Uma demonstração do interesse japonês pelo Brasil foi a presença de aproximadamente 700 empresários no seminário “Investindo no Brasil”, promovido na ultima segunda-feira, 28, pela Embaixada do Brasil em Tóquio.

 

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