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Programa Espacial

Brasil tem R$ 30 milhões para a Torre que vai lançar o VLS

Ainda é difícil confirmar se o lançamento do Veículo Lançador de Satélites (VLS) se dará em 2007, mas a Agência Espacial Brasileira (AEB), confirmou ao InfoRel que os recursos da ordem de R$ 30 milhões, para a Torre, estão assegurados.

Inclusive, o projeto de construção da nova Torre Móvel de Integração já foi licitado e aguardam-se, ainda para 2006, as encomendas à indústria, informou a AEB.

Ucrânia

Com relação à Base de Alcântara, o Brasil mantém apenas o acordo de cooperação com a Ucrânia, para o desenvolvimento do Cyclone 4.

De acordo com a Agência Espacial, o acordo caminha bem, pois já foi publicado o Estatuto da empresa binacional, faltando apenas algumas providências administrativas para a sua implementação.

No início do mês, o Ministro da Defesa, Waldir Pires, deveria ter viajado à Kiev, quando seriam firmados acordos nesta área, mas a viagem acabou sendo adiada.

A Agência Espacial Brasileira informou ainda que existe uma proposta de se fazer o Centro Espacial de Alcântara, com a parte governamental e os sítios comerciais. As obras devem começar em 2007, mas não há, segundo a AEB, intenção em separar os projetos civis dos militares.

Em 2006, o orçamento da AEB ficou em aproximadamente R$ 252 milhões, incluindo o pagamento do vôo do astronauta brasileiro à Estação Espacial Internacional.

Até o final de agosto, haviam sido executados em torno de 30% deste orçamento. O atraso na execução se deu por conta da votação do orçamento que ocorreu apenas no mês de maio.

No ano passado, a Agência Espacial Brasileira viveu situação similar, mas conseguiu fechar o ano com 99% de execução do seu orçamento.

Barreira do Inferno

Na semana passada, a Agência Espacial Brasileira comemorou os 41 anos do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), primeiro local a dispor de infra-estrutura para lançamentos de foguetes no país, localizada no Rio Grande do Norte.

Segundo Sérgio Gaudenzi, presidente da AEB, “o surgimento do CLBI permitiu que o Brasil adquirisse, efetivamente, o acesso ao espaço”.

O CLBI compõe a estrutura do Sistema Nacional de Atividades Espaciais, coordenado pela AEB, e já sediou cerca de 2.700 lançamentos desde 1965. Entre as principais operações estão missões científicas de sondagens ionosféricas e missões tecnológicas de desenvolvimento e aperfeiçoamento dos foguetes suborbitais brasileiros, informou a AEB.

Atualmente o CLBI destaca-se no apoio ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) por meio des estações de telemedidas e radares, além de atuar no rastreio dos lançadores Ariane que partem centro de lançamento da Agência Espacial Européia (ESA) localizado em Kourou, na Guiana Francesa.

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