Defesa
05/02/2014
Serviço Secreto canadense presta contas sobre espi
05/02/2014

Espionagem

Brasil terá Escola de Defesa Cibernética

Brasília – O ministro da Defesa, Celso Amorim, anunciou que o Brasil terá uma Escola Nacional de Defesa Cibernética e que o projeto já foi apresentado ao ministério por um grupo de trabalho constituído por ele. A informação foi dada durante a abertura do seminário “Segurança da Informação”, promovido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Amorim ressaltou, no entanto, que o grupo deve concluir o modelo nas próximas semanas e que já estão disponíveis recursos da ordem de R$ 40 milhões para a montagem da escola. Segundo ele, “a função será a de formar profissionais que atuarão na área de defesa cibernética”.

O seminário promovido pelo Serpro teve como objetivo principal, apresentar o programa Expresso V3, uma plataforma de software que simplifica a colaboração em grupos, otimiza a execução e aproxima a comunicação entre indivíduos e negócios das empresas.

De acordo com o Serpro, “a arquitetura do Expresso V3 foi projetada com significativos avanços tecnológicos e possui integração com aplicações externas”.

O encontro foi aberto pelo diretor-geral da Escola de Administração Fazendária (Esaf), Alexandre Mota, que destacou a importância do debate sobre o tema para o serviço público. Ainda na conferência, o presidente do Serpro, Marcos Mazoni, falou acerca da discussão do modelo no âmbito das Forças Armadas.

Além do ministro da Defesa, compareceram ao evento os comandantes da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto; do Exército, general Enzo Martins Peri; e da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, além do diretor do Centro de Defesa Cibernética (CDCiber), general José Carlos dos Santos.

Expresso V3

O ExpressoV3 é uma suíte de comunicação e colaboração inteiramente desenvolvida em software livre. O objetivo é fornecer uma ferramenta economicamente viável, com grande domínio e auto-suficiência do conhecimento e difusão para corporações, dentro e fora do Brasil.

Ele contempla correio eletrônico, agenda, catálogo de endereços, tarefas, messenger, webconference, dentre outros aplicativos. Com tecnologia nacional, o produto segue diretrizes defendidas pelo ministro Amorim no que diz respeito à busca de soluções no mercado interno para a questão de comunicação no âmbito do governo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *