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08/06/2016
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08/06/2016

Política

Castro reafirma que Cuba não retorna à OEA e ratifica solidariedade com Dilma e Maduro

Brasília – O presidente cubano Raul Castro afirmou nesta quarta-feira, 8, que “Cuba jamais regressará à OEA, instrumento de dominação imperialista”. Ele ratificou ainda a posição “firme e incondicional de solidariedade” com o presidente venezuelano Nicolás Maduro e a presidente afastada Dilma Rousseff.

Castro falou na abertura da VII Cúpula da Associação de Estados do Caribe (AEC). Segundo ele, “Cuba apoia o governo legítimo do presidente Nicolás Maduro e a Revolução Bolivariana que enfrentam com firmeza a investida desestabilizadora e a guerra econômica e midiática de quem pretende derrubar as conquistas políticas, sociais e econômicas que beneficiam milhões”.

O líder cubano também afirmou que “é motivo de profunda preocupação a inaceitável tentativa do Secretário-Geral da OEA de aplicar a chamada Carta Democrática para intervir nos assuntos internos da Venezuela”. “Reitero nossa opinião de que a OEA desde a sua fundação foi, é e será um instrumento de dominação imperialista e que nenhuma reforma poderia mudar a sua natureza nem a sua história. Por isso Cuba jamais regressará à OEA”, enfatizou.

Raul Castro também expressou solidareidade com o Brasil e a presidente afastada Dilma Rousseff, “presidente constitucional que enfrenta de froma valente um golpe de Estado parlamentar promovido pela direita oligárquica e neoliberal para reverter as conquistas sociais alcançadas durante os governos do PT”.

A Cúpula da AEC reúne sete países membros, 21 convidados e nove organizações internacionais e concluirá com a aprovação da Declaração de Havana e um Plano de Ação 2016 – 2018. Pelo menos um documento em solidariedade com a Venezuela também será aprovado. 

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