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CELAC: alternativa à integração sem influência nor

CELAC: alternativa à integração sem influência norte-americana

Brasília – Nos dias 2 e 3 de dezembro, Caracas receberá a Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), mecanismo nascido no Brasil para fomentar a integração regional sem a influência dos Estados Unidos, Canadá, Portugal e Espanha.

Esta será a segunda vez que os países latino-americanos e caribenhos se reúnem sem a presença desses quatro países. A primeira foi em novembro de 2009 quando se criou a CALC como mecanismo político para substituir o Grupo do Rio.

Não por acaso, a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos será fundada no ano em que a maioria dos países da região comemora o bicentenário de Independência.

De acordo com a chancelaria venezuelana, estão confirmadas as presenças das presidentes da Argentina, Cristina Kirchner; do Brasil, Dilma Rousseff; e dos presidentes da Bolívia, Evo Morales; de Cuba, Rául Castro; do Chile, Sebastián Piñera; da Colômbia, Juan Manuel Santos; do Equador, Rafael Correa; da Guiana, Bharrat Jagdeo; da Guatemala, Álvaro Colom; da Nicarágua, Daniel Ortega; do México, Felipe Calderón; do Paraguai, Fernando Lugo; e do Uruguai, José Mújica.

No total, a CELAC será integrada por 33 países e atuará para aprofundar a integração num contexto de solidariedade, cooperação, complementariedade e consertação política.

UNASUL

O presidente venezuelano Hugo Chávez aproveitará a presença em Caracas dos presidentes dos países que integram a União de Nações Sul-Americanas (UNASUL), para propor a criação de um Fundo de Reservas para resguardar os países da região da crise econômica mundial e permitir o financiamento de projetos de desenvolvimento regional.

O assunto foi discutido nesta sexta-feira, 25, em Buenos Aires, durante reunião do Conselho Econômico da UNASUL.

Na oportunidade, concluiu-se que o fortalecimento do comércio regional é fundamental para se reduzir os efeitos da crise na região.

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