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Centro de Instrução de Guerra na Selva produz o gu

13 de novembro de 2011
por: InfoRel

Manaus - O Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) funciona na capital amazonense há 47 anos e já formou 5.213 guerreiros de selva. Até 2030, o CIGS quer formar 1.200 combatentes de selva por ano. Neste sentido, passaria a atuar como uma Escola de Guerra na Selva.



Em 2011, o CIGS formará um total de 200 guerreiros de selva. O número mínimo seria de 400. Nos próximos 20 anos, o Centro quer "produzir" pelo menos 23 mil combatentes.



Atualmente, o Brasil possui um contingente de 27 mil militares na Amazônia. Este número deve chegar aos 50 mil até 2030.



O principal desafio do CIGS é especializar militares para o combate na selva, realizando pesquisas e experimentações doutrinárias para a defesa e proteção da Amazônia. Isso significa que o guerreiro de selva é preparado para conhecer todos os aspectos da floresta e não apenas para o enfrentamento militar.



Atualmente, Belize, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Guiana, Peru e Okinawa, no Japão, possuem escolas de formação de guerreiros de selva. Considerado pelos estrangeiros como a melhor do mundo, o CIGS já mantém oficiais instrutores na Colômbia, Guiana e Peru.



Até hoje, o CIGS formou 419 militares estrangeiros, sendo 281 latino-americanos, 86 franceses, 25 norte-americanos e 13 africanos. Além disso, 217 oficiais da Marinha brasileira, 64 da Força Aérea e 151 de diversas polícias militares e corpos de bombeiros, passaram pelo CIGS.



Outros doze estágios foram executados com 167 militares e 337 civis, como executivos da Coca-Cola e ativistas do Greenpeace.



Em 2010, o CIGS criou um curso voltado para a área de saúde na selva.



No entanto, o investimento feito na produção do "guerreiro de selva made in Brazil" não é acompanhado pela infraestrutura oferecida pelo país.



Enquanto a Colômbia possui mais de 300 lanchas norte-americanas para combater o narcotráfico, com metralhadoras, GPS e granadas, os militares brasileiros são obrigados a arriscar-se em embarcações de alumínio conhecidas na região como "voadoras".



Dos pouco mais de 17 mil km de fronteira que o Brasil tem com dez países, onze mil estão sob a responsabilidade do Comando Militar da Amazônia. São 42% do território nacional a ser patrulhado e defendido. Na região, 22 mil km de rios são navegáveis.



Apenas nos seis estados que marcam a jurisdição do CMA, vivem cerca de 15 milhões de pessoas (10% da população do país).



São 29 as organizações militares situadas na fronteira. A previsão é que mais três brigadas sejam criadas em Belém, Manaus e Rio Branco.


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