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Chile corta recursos milionários das Forças Armada

Chile corta recursos milionários das Forças Armadas

O presidente Sebastián Piñera, preocupado com os casos de corrupção no meio militar, determinou que a Corporação do Cobre deixe de entregar os 10% que as Forças Armadas recebiam pela exportação do cobre.

Com a decisão, os militares chilenos perderão o direito de administrar um orçamento milionário.

Enquanto isso, no Congresso a oposição trabalha para derrubar a lei instituída durante a ditadura do general Augusto Pinochet (1973-1990).

De acordo com a lei do cobre, a estatal que explora o metal era obrigada a entregar ao Exército, Marinha e Aeronáutica, 10% de seus lucros.

O dinheiro era gasto segundo critérios próprios das Forças Armadas que não prestavam contas à Controladoria-Geral do Estado.

Piñera acredita que a medida irá conferir maior transparência aos recursos fiscais.

A partir de agora, os 10% das Forças Armadas serão aplicados em investimentos no exterior e no Banco Central do Chile.

Recentemente, oficiais do Exército chileno foram apanhados em atos de corrupção com dinheiro do cobre.

Uma mansão de US$ 1 milhão foi comprada para o então chefe do Estado-Maior.

Força Aérea uruguaia vai vender serviços

A Força Aérea do Uruguai (FAU) instruirá técnicos para a aviação militar e civil, incluindo controladores de vôo dos países sul-americanos como forma de gerar ingressos para o seu orçamento.

Para tanto, será criado um centro de ensino que oferecerá cursos de bacharelado em mecânica de aviação e controle de tráfego aéreo.

A venda de serviços pela Força Aérea Uruguaia vem sendo estudada desde junho do ano passado.

Além disso, a FAU pretende instalar oficinas mecânicas para atender aeronaves da Argentina, Brasil e Chile.

O Uruguai também participará do desenvolvimento do caça IA-58 Pucará, da Força Aérea Argentina.

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