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Colômbia perto do Conselho de Segurança da ONU

Colômbia perto do Conselho de Segurança da ONU

A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) se reúne na próxima terça-feira, 12, para definir o país latino-americano que substituirá o México como membro não permanente do Conselho de Segurança.

O ministério das Relações Exteriores do país informou que a Colômbia já contabiliza 120 de 128 votos necessários para retornar pela sétima vez ao órgão mais importante da ONU.

Apenas a Bolívia, na América do Sul, já declarou que não vota na Colômbia para não aumentar a influência norte-americana na região.

A Venezuela ainda não se definiu, mas a chanceler colombiana María Ángela Holguín, está confiante em conquistar o apoio de Hugo Chávez.

O retorno da Colômbia ao Conselho de Segurança foi discutido recentemente pelos presidentes Juan Manuel Santos e Barack Obama.

A Colômbia pretende ter maior presença internacional por duas razões fundamentais: aumentar o comércio e neutralizar as pressões políticas em torno de um diálogo com as Farc.

Integração

Como parte dessa política, a Colômbia também quer reforçar as relações com a América Latina e o Caribe.

Nesta quarta-feira, o vice-presidente colombiano Angelino Garzón, defendeu o aprofundamento de uma agenda que privilegie a coesão social e o processo de integração regional.

Na sua opinião, esse processo deve ser marcado por menos ideologia e sentimentos partidários, e mais afinidades em políticas públicas.

Garzón também explicou que o atual governo pretende consolidar a política de segurança democrática nos âmbitos militar, judicial e político como forma de derrotar os grupos armados ilegais, sejam as guerrilhas, paramilitares ou narcotraficantes.

“Na Colômbia, queremos construir um caminho que nos permita garantir a população o direito a viver sem violência e em paz”, afirmou ao cobrar da comunidade internacional mais compreensão e colaboração.

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