Brasília, 23 de outubro de 2018 - 01h18

Cooperação

29 de maro de 2005
por: InfoRel
Os presidentes do Brasil e da Venezuela, e o primeiro-ministro espanhol, asseguraram ao governo colombiano, o apoio polà­tico necessário para o paà­s continuar sua luta contra as guerrilhas e o narcotráfico.

Foi uma oportunidade a mais para o Brasil deixar claro que não possui relações com as Farc, apesar de não reconhecer a guerrilha como um grupo terrorista, sonho de Uribe.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou em seu discurso, que o Brasil está à  disposição da Colômbia para que o paà­s obtenha "tranqüilidade".

Segundo ele, "na medida em que haja o entendimento de que o Brasil possa ajudar em alguma coisa, para que consigamos tranqüilidade na Colômbia, pode ter certeza de que você terá no Brasil um sócio para ajudar nisso", disse Lula ao colega àlvaro Uribe.

Já o presidente venezuelano Hugo Chávez, recordou os casos em que grupos armados colombianos seqüestraram civis na Venezuela. Ele garantiu que a Venezuela não tolera a presença desses grupos.

"No mesmo minuto que pise em solo venezuelano, será tratado como inimigo", afirmou Chávez, que em fevereiro, foi acusado pelo governo colombiano, de receber e colaborar com guerrilheiros das Farc.

Ele rebateu as acusações, lembrando que seu nome é sempre citado com há processos de instabilidade polà­tica na região. Chávez foi acusado de apoiar grupos de oposição em processos de desestabilização de governos de diversos paà­ses, como Bolà­via, Equador e Colômbia.

Apesar de ter tentado chegar ao poder através de um golpe de Estado e de ter sofrido uma tentativa frustrada de golpe, ele disse que é um inimigo das correntes golpistas da América Latina.

Convidado de honra da cúpula trilateral, o primeiro-ministro espanhol, José Luiz Rodriguez Zapatero, que enfrenta fortes pressões dos Estados Unidos desde que decidiu retirar as tropas espanholas do Iraque, colocou-se à  disposição dos paà­ses latino-americanos para auxiliar o combate aos "delinqüentes internacionais" que executam atos terroristas. A Espanha participa, em conjunto com os Estados Unidos, do Plano Colômbia.

Para àlvaro Uribe, os paà­ses precisam definir um rumo e escolher se ficam com os fatos ou os rumores. Ele apelou para que se construa uma agenda de trabalho prática e eficaz, e propôs a construção de um gasoduto entre a Venezuela e a Colômbia, e de uma saà­da terrestre para o Brasil até o Pacifico passando pela Colômbia.

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