Brasília, 07 de dezembro de 2019 - 00h29

Crise venezuelana em debate na FUNAG

25 de novembro de 2019 - 16:16:11
por: Marcelo Rech
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Crise venezuelana em debate na FUNAG

A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) promove, no próximo dia 4 de dezembro, a conferência “Venezuela – da crise ao conflito: implicações para a região”, com o jornalista e escritor Leonardo Coutinho. O evento será realizado no auditório do Instituto Rio Branco, a partir das 10h.

Leonardo Coutinho é autor do livro Hugo Chávez – o espectro: como o presidente venezuelano alimentou o narcotráfico, financiou o terrorismo e promoveu a desordem global, resultado de anos de jornalismo investigativo, mais de cem entrevistas e milhares de páginas de documentos oficiais, públicos e classificados. Recentemente, ele palestrou em evento da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, sobre o mesmo tema.

CREDN debaterá a situação interna da Bolívia e sua adesão ao MERCOSUL

CREDN debaterá a situação interna da Bolívia e sua adesão ao MERCOSUL

Nesta terça-feira, 26, a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, promove reunião de audiência pública para debater a situação interna da Bolívia e o processo de sua adesão ao MERCOSUL como membro pleno.

O Brasil é o único país do bloco que não ratificou o Protocolo de Adesão da Bolívia. Com a crise desatada a partir das eleições de 20 de outubro e as denúncias de fraudes, o então presidente Evo Morales renunciou e se exilou no México. O debate foi proposto pelo presidente da CREDN, Eduardo Bolsonaro.

Participarão do encontro o advogado David Sejas, a ativista social María Anelín Suárez, o líder indígena Primitivo Montaño, e o administrador de empresas Branko Marinkovic, todos bolivianos. O Itamaraty e o Planalto também devem enviar representantes.

Grupo de Puebla se articula para recuperar espaço nos mecanismos regionais

Grupo de Puebla se articula para recuperar espaço nos mecanismos regionais

O Grupo de Puebla decidiu partir para a ofensiva e se articula para recuperar espaços nos mecanismos regionais. O passo principal foi dado com a candidatura da ex-ministra de Relações Exteriores do Equador, Maria Fernanda Espinosa à sucessão do uruguaio Luís Almagro, na Secretaria-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA).

As eleições serão em março de 2020 e os possíveis candidatos têm até 15 de dezembro para apresentarem suas postulações. Almagro confirmou que buscará a reeleição. Ele tem o apoio do Brasil, Colômbia e Estados Unidos. Espinosa contaria com o apoio, hoje, de pelo menos 14 países, todos integrantes da Comunidade do Caribe (CARICOM).

O Grupo de Puebla se reuniu recentemente em Buenos Aires em seu segundo encontro, desta vez, patrocinado pelo presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández. O grupo é a nova cara do Foro de São Paulo e tenta reagrupar antigas lideranças de esquerda na região, especialmente com o enfraquecimento de mecanismos como a CELAC e a UNASUL, que serviam de palanque para a retórica dita progressista.