Brasília, 17 de junho de 2019 - 11h11

Cuba

10 de dezembro de 2018 - 12:45:51
por: Marcelo Rech
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O governo cubano preferiu adiantar-se à posse do presidente Jair Bolsonaro e romper o contrato intermediado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) que mantinha pouco mais de 8 mil médicos no Brasil. Para o governo cubano, o gesto unilateral não foi precipitado. Não haveria diálogo e a ideia era retirar os médicos do país antes que Bolsonaro pudesse exercer qualquer controle sobre eles.

Para Olavo de Carvalho, o governo eleito não pode dar-se por satisfeito com a saída dos cubanos. É preciso investigar profundamente que entrou, quem eram os médicos e quem ocupavam outras funções, como a de espiões à serviço do regime cubano.

Ele entende ainda que Bolsonaro deve ir atrás dos brasileiros que estão, no Brasil, à serviço de Cuba. E seriam muitos, assegura.