Brasília, 04 de agosto de 2020 - 17h20

Economia tem novo secretário de Comércio Exterior

27 de maio de 2020 - 18:33:09
por: Marcelo Rech
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Economia tem novo secretário de Comércio Exterior

Nesta quarta-feira, 27, o ministro da Economia Paulo Guedes indicou o economista Roberto Fendt para ser o novo secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais. Ele irá substituir Marcos Troyjo, que em julho assumirá a presidência do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco do BRICS. Fendt é graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e tem mestrado e doutorado pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. Atualmente o economista é secretário-executivo do Conselho Empresarial Brasil-China.

Embaixador dos EUA volta a se reunir com Ministro da Justiça

Embaixador dos EUA volta a se reunir com Ministro da Justiça

O Embaixador dos Estados Unidos, Todd Chapman, reuniu-se no dia 14 com o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, para dar continuidade às discussões de projetos em andamento entre os dois países nas áreas de justiça e segurança pública. No dia 17, ele havia se reunido com Sérgio Moro.

Nos dois encontros, Chapman esteve acompanhado do chefe do Escritório de Segurança Diplomática, Jason Smith, e do chefe da Seção Política da Embaixada, Willard Smith. Pelo lado brasileiro, acompanharam Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Alexandre de Souza, a chefe da Cooperação Internacional da Polícia Federal, Sílvia Amélia Oliveira, a diretora do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional (DRCI), Erika Marena, e a assessora internacional do MJSP, Geórgia Sanchez Diogo. Nas duas reuniões, a ênfase foi a necessidade de intensificar a troca de informação de inteligência no combate ao crime organizado.

Promulgado acordo entre o Brasil e o Serviço Europeu de Polícia

Promulgado acordo entre o Brasil e o Serviço Europeu de Polícia

O presidente Jair Bolsonaro, promulgou o Acordo de Cooperação Estratégica entre o Brasil e o Serviço Europeu de Polícia (Europol), firmado em Haia (Holanda), em 11 de abril de 2017, por meio da direção da Polícia Federal em nome do governo brasileiro.

O acordo, já aprovado pelo Congresso Nacional, tem a finalidade de estabelecer relações de apoio entre os países membros da União Europeia e o Brasil na prevenção e combate ao crime organizado, terrorismo e outras formas de crime internacional, em especial por meio do intercâmbio de informações operacionais, estratégicas e técnicas.

A promulgação, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, representa impacto positivo na política de segurança pública brasileira para reprimir ilícitos com origem ou desdobramentos no país. Além disso, aproxima instituições congêneres na área. No Brasil, o ponto focal é a Polícia Federal, a qual estabelecerá os canais para uma cooperação internacional fluida e rápida.

Brasil exportará carne bovina e miúdos para Tailândia

Brasil exportará carne bovina e miúdos para Tailândia

Nesta segunda-feira, 25, a Tailândia abriu o seu mercado para a carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino do Brasil. Cinco estabelecimentos frigoríficos foram aprovados, pelo país asiático, a exportar. As plantas frigoríficas estão localizadas nos estados do Pará, de Rondônia, Goiás, de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Entre janeiro de 2019 e maio deste ano, mais de 60 mercados externos já foram abertos para os produtos agropecuários brasileiros, com mais de 700 habilitações para os produtos do nosso agro brasileiro. O mercado asiático para a carne bovina desossada, carne bovina com osso e miúdos, pode gerar uma receita de US$ 100 milhões nos próximos anos. No ano passado, a Tailândia importou de todo o mundo cerca de US$ 90 milhões em carne bovina.

Federação das Indústrias de Minas Gerais põe foco nos acordos bilaterais

Federação das Indústrias de Minas Gerais põe foco nos acordos bilaterais

No dia 21, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), promoveu debate sobre o estado dos acordos bilaterais de comércio no âmbito da videoconferência “A Política Comercial e as Negociações Internacionais”, que contou com a participação do Embaixador Pedro Miguel da Costa, Secretário de Negociações Bilaterais e Regionais nas Américas do Ministério das Relações Exteriores. O evento foi promovido pelo Conselho de Política e Mercados Internacionais da FIEMG.

Pedro Miguel, que também é o coordenador nacional para o MERCOSUL, explicou que, devido a pandemia, a agenda de negociações internacionais foi impactada. “Existem temas que precisam ser discutidos frente a frente. Os que podem ser resolvidos online, estamos dando continuidade. O MERCOSUL, por exemplo, é uma construção diplomática, como uma série de peças de encaixe, como o mercado e a política. Entretanto, neste ano, devido aos acontecimentos relacionados à saúde, as negociações esfriaram”, reconheceu. Ele explicou que o momento atual é de análise das possibilidades, pois o bloco pretende avançar nas negociações com os países da América Central e também com a Ásia.

Abertura de mercados para o agro não para

Abertura de mercados para o agro não para

De janeiro de 2019 até agora, o Brasil já conquistou a abertura de mais de 60 mercados para produtos agropecuários. Entre os produtos para exportação estão castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (castanha-do-Pará) para Arábia Saudita, material genético avícola para diversos países e milho de pipoca para a Colômbia.

As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões. O valor no mês passado (US$ 10,22 bilhões) foi 25% superior em comparação a abril de 2019 (US$ 8,18 bilhões).

A ministra Tereza Cristina, afirmou que “o Ministério da Agricultura, na área internacional, optou pela abertura de mais mercados, mas também pela diversificação de produtos”, destacando que a pauta exportadora não deve ficar concentrada somente em soja, milho, carnes e cana-de-açúcar.

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