Brasília, 10 de agosto de 2020 - 23h58

Liga Árabe quer Brasil envolvido em questão Palestina

30 de junho de 2020 - 15:34:56
por: Marcelo Rech
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Liga Árabe quer Brasil envolvido em questão Palestina

A Liga Árabe, constituída por 22 países, considera a presença político-econômica do Brasil nesses países muito importante. “A presença econômica do Brasil no mundo árabe é importante, mas tem que haver também uma presença política. Eu gostaria de ver mais presença político-econômica”, disse o Embaixador da entidade no Brasil, Qais Shqair.

Ele acredita que o Brasil pode ter uma participação mais ativa na causa Palestina. “O Brasil pode desempenhar um papel mediador mais forte para a resolução de muitas crises árabes, principalmente no conflito árabe-israelense. Essa é a mensagem que eu gostaria de transmitir. Sei que os debates se concentram nos assuntos econômicos, mas há uma interligação entre a política e a economia”, declarou.

Atualmente, o Brasil tem se afastado das posições adotadas no passado, de solidariedade com a causa Palestina. Isso se deve, entre outras coisas, pelo alinhamento com Israel chancelado pelos Estados Unidos.

Ministro garante que investidor encontrará boas oportunidades de negócios no Brasil

Ministro garante que investidor encontrará boas oportunidades de negócios no Brasil

Em debate promovido na manhã desta segunda-feira, 29, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, deu um panorama geral sobre as ações e projetos de infraestrutura em transportes, que estão em execução na pasta e irão atrair mais de R$ 200 bilhões em investimentos privados. Ele também transmitiu uma mensagem de otimismo aos investidores.

Entre os projetos e ações em execução, o ministro destacou o bom andamento do projeto de concessão da BR-163-PA, que liga o Norte ao Sul do país e é responsável pelo escoamento de boa parte da produção de grãos nacional, e a BR-153-PA. Ele também citou a prorrogação antecipada da Malha Paulista por mais 30 anos e que irá trazer R$ 6 bilhões em investimentos e cerca de 10 mil novos empregos.

Segundo Tarcísio Freitas, “desde o início, nossa atividade vem se pautando em quatro pilares: a transferência de ativos para a iniciativa privada, a resolução de passivos, a execução de obras públicas não concluídas e o fortalecimento institucional com os demais poderes. Temos convicção que o investidor virá. A crise não tirou a liquidez do mercado e aqui no Brasil nós temos um vasto portfólio de oportunidades em negócios. E nosso permanente contato com o Congresso Nacional, onde sugerimos projetos de lei que visam melhorar o ambiente de negócios, ajuda a construir essa confiança”, explicou o ministro.

Comando Conjunto Norte fiscaliza transporte de madeira e minério no Pará

Comando Conjunto Norte fiscaliza transporte de madeira e minério no Pará

No dia 24, no contexto da Operação Verde Brasil 2, o Comando Conjunto Norte (CCN), a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança Pública abordaram motoristas de caminhões na BR-222, na altura da Folha 05, em Nova Marabá (PA). O objetivo principal foi a fiscalização do transporte de madeira e de minério na região. De acordo com o Comando do Exército, a atividade, integrada com órgãos de fiscalização e deflagrada pelo Governo Federal, adota ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais, direcionadas ao desmatamento ilegal e combate aos focos de incêndio na Amazônia Legal.

O Exército informou ainda que, durante a atuação, o ponto de bloqueio realizará a fiscalização dos produtos transportados na rodovia, por um período indeterminado. Os militares do CCN e dos órgãos de segurança estão realizando a análise da documentação dos veículos e dos condutores, além de alguns tipos de cargas, com a apresentação de documentos obrigatórios, como notas fiscais e licenças de transporte.

Produtos de defesa mais atrativos para o mercado internacional

Produtos de defesa mais atrativos para o mercado internacional

A BID brasileira é muito diversificada. Destacam-se produtos como aviões e submarinos, mísseis e foguetes, veículos terrestres blindados ou não, munições e produtos químicos base para propelentes e explosivos, sistemas de controle de tráfego aéreo e radares, assim como sistemas de defesa cibernéticos e munição não-letal.

“Poucos países possuem essas capacidades. Em todos os casos o Brasil dispõe da tecnologia, parque industrial consolidado e melhor custo/benefício”, afirma o Secretário de Produtos de Defesa (SEPROD), Marcos Degaut. Pontualmente, ele destaca:

- Super Tucano (A-29): aeronave de treinamento e patrulhamento de alto valor agregado pelos implementos tecnológicos (uma das melhores aeronaves da categoria);

- Mileniun (EMB 390): avião de transporte ideal para substituição das frotas de Hércules (C-130), já idosos;

Gripen: aeronave de combate. Manutenção da defesa do espaço aéreo;

Sistema Astro II: sistema de saturação de fogos que permite a dissuasão; alto valor tecnológico e excelente aceitação no mercado internacional;

Sistema de Controle do Espaço Aéreo: aplicação civil e militar com vários países interessados pelo sistema;

Submarinos: alto poder de dissuasão e com tecnologia muito avançada;

- Guarani: viatura blindada de transporte de pessoal que pode ser utilizada também em operações de segurança;

Viaturas militares (Marruá): aplicação em operações militares, de segurança e humanitárias;

- Munições diversas, letais e menos-letais.

A Amazônia de Mourão

A Amazônia de Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão, nunca teve tanto poder como agora. Pelo menos em relação às políticas do governo para a Amazônia. Como presidente do Conselho da Amazônia, ele será o responsável por decidir sozinho sobre ações de coordenação e implementação de políticas públicas voltadas para a região da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e parte do estado do Maranhão).

Contando com a forte rejeição à política ambiental liderada pelo ministro Ricardo Salles, Mourão assinou na sexta-feira, 19, portaria que define o regimento interno do conselho que preside e do qual ele próprio será a figura central.

O Conselho da Amazônia é um grupo composto por 15 integrantes: o vice-presidente, Hamilton Mourão, que o preside, e outros 14 ministros. As decisões, no entanto, ao contrário de outros colegiados, não serão adotadas por maioria, mas exclusivamente pelo vice-presidente, depois de consultados os demais ministros. O conselho se reunirá a cada três meses, mas Mourão tem o poder de convocar reuniões extraordinárias sempre que entender necessário.

O grupo está conformado por quatro comissões internas: Comissão Integradora das Políticas da Amazônia Legal, Comissão de Preservação da Amazônia Legal, Comissão de Proteção da Amazônia Legal e Comissão de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal. E ainda poderão ser instaladas outras subcomissões (seis em funcionamento simultâneo), se necessário. A comissão de Proteção, por exemplo, terá entre suas atribuições “analisar proposições que permitam ampliar o controle do desmatamento e das queimadas”.

O vice-presidente, juntamente com outros militares, sabe que o Brasil está vulnerável aos ataques internacionais por conta da preservação da Amazônia.

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