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Comandante afirma que Marinha crescerá e muito

Comandante afirma que Marinha crescerá e muito

O Almirante Julio Soares de Moura Neto, Comandante da Marinha, afirmou em solenidade realizada na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, que a “a Marinha do Brasil crescerá, e crescerá muito”.

Uma das mais importantes guerras travada pela Marinha do Brasil acaba de completar 144 anos. A vitória na Batalha Naval do Riachuelo em 1865 tornou-se Data Magna para a instituição e, na última terça-feira, 7, recebeu homenagem do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Fiesp.

Na oportunidade, Moura Neto, disse que mesmo o Brasil não tendo vocação marítima – já que possui muitos rios navegáveis que não são explorados -, a Marinha deverá crescer significativamente nos próximos anos.

Ele defendeu o desenvolvimento da indústria brasileira de Defesa na produção de itens de aplicação dual (civil e militar), que contribuem com o poder militar e a evolução do Brasil.

O presidente da Fiesp/Ciesp, Paulo Skaf, se disse “animado” com a informação dada pelo Almirante Moura Neto de que a instituição será ampliada. “Esta é só uma singela, mas calorosa homenagem merecida à Marinha do Brasil”, comentou.

Já o diretor-titular do Comdefesa, Jairo Cândido, lembrou que a Fiesp apoiou a primeira missão brasileira das Forças Armadas à Antártica. “Temos uma parceria sólida e contínua”, classificou.

A homenagem prestada à Marinha faz parte do objetivo da Fiesp de valorizar as missões constitucionais das Forças Armadas e tornar-se próxima dela.

Força

A Marinha tem como missão empregar o poder naval, a fim de contribuir para a defesa da Pátria, além de estar pronta para atuar na garantia dos poderes constitucionais.

Está sob sua responsabilidade atuar em ações de organismos internacionais em apoio à política externa do País e cumprir as atribuições subsidiárias previstas em lei relacionadas à autoridade marítima.

Recentemente, a Marinha brasileira desempenhou papel fundamental nos trabalhos de buscas das vítimas e dos destroços do avião da Air France, que caiu perto da costa brasileira no último dia 31 de maio, quando fazia o trajeto Rio de Janeiro-Paris.

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