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Comissões do Congresso elegem presidentes

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Câmara e Senado definiram na manhã desta quarta-feira, os presidentes das comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. Na Câmara dos Deputados, o mandato é de um ano. Já no Senado, são de dois anos.

Na Câmara dos Deputados, o cargo ficou com Severiano Alves (PDT-BA). Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que foi vice-presidente da CREDN no Senado nos últimos dois anos, assume o lugar de Heráclito Fortes (DEM-PI).

Eduardo Azeredo afirmou que a comissão vai discutir a decisão do governo federal de conceder refúgio ao terrorista italiano Cesare Battisti e terá como um dos principais temas para 2009, a votação do protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul.

O senador vai colocar em votação já nesta quinta-feira, requerimento de convocação do ministro da Justiça, Tarso Genro, para explicar as razões que levaram o Brasil a conceder refúgio a Battisti, condenado a prisão perpétua na Itália.

Sobre o ingresso da Venezuela ao Mercosul, Azeredo explicou que tem uma opinião pessoal, mas que vai conduzir o debate sem paixões político-partidárias.

Crise financeira mundial, representação parlamentar no Mercosul, Estratégia Nacional de Defesa, reaparelhamento das Forças Armadas, institucionalização da União das Nações Sul-Americanas, Conselho Sul-Americana de Defesa e a abertura de embaixadas brasileiras no exterior, estão entre as prioridades dos senadores pelos próximos dois anos.

Na Câmara, Severiano Alves quer priorizar a discussão e votação dos acordos culturais e educacionais firmados pelo Brasil. De acordo com o deputado, “precisamos debater uma padronização mínima dos currículos universitários para que as pessoas possam trabalhar aqui e no exterior”.

No plano da Defesa, o parlamentar quer rediscutir a Estratégia Nacional de Defesa e a situação dos comandos militares nas regiões fronteiriças.

“Esses comandos realizam um trabalho extraordinário, empreendem um grande esforço, mas contam com uma infra-estrutura extremamente deficitária”, afirmou.

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