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Contratos para a compra de submarinos e helicópteros serão assinados dia 7

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolás Sarkozy, devem assinar nesta segunda-feira, 7 de setembro, em Brasília, os contratos para a construção de quatro submarinos convencionais Scorpène e um nuclear e de 50 helicópteros EC 725 Super Cougar para as Forças Armadas.

As mensagens do Executivo foram analisadas, relatadas e aprovadas na Comissão de Assuntos Econômicos e no Plenário do Senado Federal, em exatos nove dias.

Submarinos

A compra de quatro submarinos convencionais mais a construção das partes não nucleares do submarino atômico, custarão 4,3 bilhões de euros que serão financiados por um consórcio de sete bancos.

Esses recursos representam parte do necessário para o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) que é da ordem de 6,7 bilhões de euros.

O governo brasileiro entrará com 598,2 milhões de contrapartida e o Tesouro Nacional com 1,8 bilhão que serão empregados na construção de um estaleiro e de uma base naval no município de Itaguaí, Rio de Janeiro.

O projeto deverá ser concluído em 15 anos e serão desembolsados parcelas semestrais, de junho de 2010 a dezembro de 2024.

No entanto, o PROSUB não consta do Plano Plurianual para 2008-2011 e nem da Lei Orçamentária para este ano. O governo prometeu enviar ao Congresso os projetos de lei que corrigem essa distorção.

Atualmente, apenas Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia e China possuem submarinos nucleares.

Helicópteros

A construção de 5o unidades do modelo EC 725 Super Cougar custará ao Brasil cerca de 1,7 bilhão de euros que serão financiados pelos bancos Société Générale, BNP Paribas, Santander e Calyon.

O Programa H-X BR, antigo CH-X, refere-se à produção, industrialização, desenvolvimento e fornecimento, no Brasil, de helicópteros de médio porte (classe de 11 toneladas) e emprego geral.

As aeronaves serão fornecidas pelo consórcio formado pelas empresas Helibrás e Eurocopter, entre 2010 e 2016.

O Comando da Aeronáutica receberá 18 unidades. Exército e Marinha, 16 unidades cada.

De acordo com o governo, essas aeronaves serão capazes de atuar em qualquer ponto do território nacional, cumprindo missões de guerra de superfície, transporte tático, busca e salvamento em combate, evacuação aeromédica, transporte logístico e operações especiais.

A partir da 17ª unidade, todas as aeronaves serão produzidas na fábrica da Helibrás em Itajubá, Minas Gerais.

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