Relações Exteriores

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Corte Interamericana de Direitos Humanos pode sair

Corte Interamericana de Direitos Humanos pode sair dos Estados Unidos

Brasília – A sede da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pode sair de Washington se for respeitada a vontade de 18 países membros. A revelação é do presidente da I Conferência de Países Parte da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, o chanceler equatoriano Ricardo Patiño.

O encontro se realiza em Tiquipaya, Bolívia, e está focado nas críticas ao governo norte-americano. Segundo ele, já existe uma resolução que será submetida aos países membros tratando da mudança. Pelo menos 20 chanceleres discutem o futuro da CIDH, com um redesenho estrutural do organismo.

Também está na pauta, a discussão em torno dos trabalhos realizados pelas oito relatorias especiais da CIDH. Para os defensores das mudanças, nenhuma delas produziu qualquer resultado.

Narcotráfico

A adoção de uma política comum de prevenção e combate ao narcotráfico será o tema principal da 43ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), a ser realizada nos dias 4, 5 e 6 de junho em Antigua, Guatemala. Os Estados Unidos são contrários às propostas.

O chanceler brasileiro Antonio Patriota confirmou presença. São esperados 35 ministros de Relações Exteriores da região.

O presidente colombiano Juan Manuel Santos deverá fazer uma apresentação especial sobre o tráfico de drogas. Não há confirmação de participação de outros presidentes.

Em paralelo, 23 países se mobilizam para a eleição de três novos integrantes da Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Eles deverão cumprir um mandato de três anos entre 2014 e 2017.

O Brasil indicou o ex-ministro Paulo Vannuchi como candidato. Ele disputa uma das três vagas com James Cavallaro (Estados Unidos), Erick Roberts Garcés (Equador) e Javier de Balaúnde López de Romaña (Peru). José de Jesús Orozco Henríquez (México) e o atual presidente da comissão, Rodrigo Escobar Gil (Colômbia), buscam a reeleição.

Drogas

Como estratégia para frear os ventos da mudança, o governo dos Estados Unidos decidiu abrir o cofre. Em geral, a cooperação militar caiu de US$ 70,8 milhões para US$ 60,2 milhões, mas os recursos anunciados agora são para 2014.

A Colômbia foi a maior atingida. Em 2012, o país recebeu US$ 40 milhões e agora terá apenas US$ 28,5.

Serão destinados US$ 4,5 milhões em ajuda militar para Honduras. O México receberá US$ 7 milhões, o Panamá ficará com US$ 1,8 milhão, mesmo valor de El Salvador, a Guatemala, foi contemplada com US$ 1,4 milhão, valor semelhante ao da Costa Rica, e a Nicarágua, terá apenas US$ 385 mil.

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