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CREDN promove discussão sobre o Sistema Defesa-Indústria-Academia de Inovação  

Brasília – A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) promoveu, na quarta-feira, 8, discussão sobre o Sistema Defesa-Indústria-Academia de Inovação, que acaba de completar um ano e está destinado à geração de produtos de defesa com tecnologia nacional voltados ao desenvolvimento do país. A reunião de audiência pública foi requerida pela presidente da CREDN, Bruna Furlan (PSDB-SP) e contou com a participação do General Juarez Aparecido de Paula Cunha, Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro.

Segundo a deputada, “o SisDIA atua no estabelecimento de uma rede de relacionamentos entre instituições e entidades dos três setores, divididos em esferas regionais como forma de expandir as potencialidades no fomento à indústria nacional. Trata-se de uma iniciativa que conta com o nosso apoio integral”, afirmou.

“Precisamos focar na inovação e em projetos que envolvam a nossa comunidade estudantil em todos os seus níveis, fazendo com que surjam novas empresas e mais empreendedorismo”, defendeu o General. Ainda de acordo com o militar, “o SisDIA poderá contribuir com outras ações da Confederação Nacional da Indústria (CNI), das federações, e demais entidades, em projetos de desenvolvimento tecnológico”.

Baseado no consagrado modelo da Tríplice Hélice (Governo, Indústria e Academia), o SisDIA busca incrementar a cooperação entre essas instâncias, atuando na promoção de ações que objetivam a geração de oportunidades para o desenvolvimento de tecnologias de ponta para a Defesa, com aplicabilidade dual. “A necessidade de instigar a inovação de forma coesa e integrada é um dos pilares para novas construções na Defesa”, disse o chefe do DCT. O SisDIA conta com representantes em diferentes regiões do país, atuando no âmbito local (tático), regional (estratégico-operacional) e nacional (político), por meio de seus Escritórios de Ligação.

“O Sistema Defesa, Indústria e Academia de Inovação visa à integração e potencialização das sinergias entre os vetores governamentais (reguladores e fomentadores da atividade econômica), industriais (produtivos de bens e serviços) e acadêmicos (fontes de conhecimento), e vamos buscar contribuir também por meio de emendas ao orçamento para que o projeto seja ampliado”, concluiu Bruna Furlan.

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