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Cuba sedia cúpula petroleira com 70 empresas de 15 países

Brasília – Teve início nesta quarta-feira, 8, em Havana, a Cúpula Cuba Oil & Gas 2017, aberta com a participação de representantes da China, Rússia, Itália, França e Reino Unido. O principal objetivo é conhecer as oportunidades de investimento na indústria cubana de hidrocarbonetos, projetos de exploração e produção, e o mercado petroquímico e de refino.

A informação é da diretora de Desenvolvimento de Negócios da International Research Networks (IRN), Paola Galanti, organizadora do evento junto com a União Cuba Petróleo (CUPET).

Durante dois dias, representantes do governo, operadores e provedores de serviços-chave, oferecerão apresentações sobre o por quê de investir em Cuba e na região neste setor.

De acordo com o vice-ministro de Energia e Minas, Rubén Cid, Cuba busca alcançar sua independência energética. Para tanto, o país possui uma estratégia para a indústria energética nacional. Cid afirmou que hoje, a esmagadora maioria da matriz energética cubana é importada, mas a Ilha já produz cerca de quatro milhões de toneladas de petróleo por ano, quantidade praticamente suficiente para a geração da energia elétrica consumida pelo seu mercado interno.

Recentemente, a CUPET assinou 42 contratos com companhias internacionais, revelou o diretor-geral adjunto da empresa, Roberto Suárez. Esses contratos pretendem fortalecer a produção de petróleo, a extração do produto não convencional, o desenvolvimento da infraestrutura petroleira e os serviços técnicos em geral.

Cuba busca ainda a transferência tecnológica para não criar dependência externa neste setor. Como parte da Petrocaribe, a Ilha deveria receber 100 mil barris de petróleo/dia da Venezuela, mas estaria recebendo menos de 8% deste montante.

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