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08/04/2015

Integração Regional

Cúpula das Américas reunirá, pela primeira vez, todos os 35 países do Hemisfério

Brasília – A 7ª edição da Cúpula das Américas que acontece no Panamá nos dias 10 e 11 de abril – o InfoRel será o único think tank presente na cobertura do evento a partir desta quinta-feira, 9 – reunirá, pela primeira vez, os Chefes de Estado e de Governo dos 35 países do Hemisfério. O evento marcará ainda a retomada das relações diplomáticas entre Cuba e Estados Unidos, congeladas desde 1962.

De acordo com o Itamaraty, a presidente Dilma Rousseff que chegará ao Panamá na tarde do dia 10, aproveitará sua participação nas sessões de trabalho, para destacar a importância histórica e inédita do evento que contará com representantes de todos os países das Américas e Caribe.

Para o Brasil, este fato deve se sobrepor às polêmicas em torno das tensões vividas por Estados Unidos e Venezuela. Além disso, a diplomacia brasileira acredita numa reaproximação entre Washington e Caracas uma vez que Barack Obama e Nicolás Maduro terão várias oportunidades de dialogar durante o evento, inclusive de forma reservada.

O Planalto informou ainda que a presidente deve reunir-se bilateralmente e paralelamente à Cúpula, com os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, do México, Enrique Peña Nieto; da Colômbia, Juan Manuel Santos; e do Haiti, Michel Martelly; além do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon. Já o chanceler Mauro Vieira, se reunirá com seus homólogos em encontros bilaterais, começando pelo Secretário de Estado norte-americano, John Kerry, no dia 9.

Sobre o encontro entre Dilma e Obama, o chefe do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty, ministro Paulino Franco de Carvalho Neto, explicou que “os dois lados pediram o encontro. Houve interesse das duas partes para que o encontro pudesse ocorrer, e a oportunidade da Cúpula das Américas permitirá”.

Já em relação à participação de Cuba, a primeira numa Cúpula das Américas, Carvalho Neto reconheceu que há grande expectativa, inclusive para o fortalecimento da integração regional que inclua Estados Unidos e Canadá. “Esse é um ponto que o Brasil pretende ressaltar nos aspectos positivos, que todos os países das Américas possam participar,” afirmou.

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