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Defesa abre licitação para o Projeto

Defesa abre licitação para o Projeto "Corveta Classe Tamandaré"

21 de dezembro de 2017
por: InfoRel
Brasília – Na última terça-feira, 19, o ministério da Defesa abriu a licitação para a aquisição de novas corvetas para a Marinha do Brasil. Orçado em US$ 1,6 bilhão, o Projeto “Corveta Classe Tamandaré” foi aberto às indústrias de Defesa brasileiras e estrangeiras por meio da Solicitação de Proposta (Request for Proposal). A expectativa do MD é que a primeira das quatro corvetas seja entregue até 2022 e o restante em até oito anos.

Para o desenvolvimento do projeto, o governo logrou aprovar no Congresso Nacional uma proposta para capitalizar a Empresa de Gerenciamento e Projetos (EMGEPRON) que será a responsável pelo programa. No Projeto de Lei Orçamentária para 2018 foram incluídos R$ 1 bilhão para que a EMGEPRON possa iniciar a construção das corvetas.

De acordo com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, “nós temos a EMGEPRON, uma empresa pública, que não é dependente do Tesouro, e portanto, fora dos limites do teto de limites de gasto. Metade do caminho, nós tínhamos trilhado. Encontramos uma válvula onde poderíamos alocar projetos", revelou.

Além da construção das corvetas, o ministério da Defesa confirmou a compra do navio multifunção Ocean, da Marinha britânica. "E também estamos negociando a construção de navios patrulha”, adiantou.

Para o Comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, "a Marinha se sente muito orgulhosa com o sucesso e desenvolvimento de diversos projetos, em parceria com o setor privado e que ressalta o comprometimento e a confiabilidade da Força em relação aos compromissos por ela assumidos", afirmou.

O diretor de Gestão de Programas da Marinha, almirante Petrônio Augusto Siqueira de Aguiar, explicou que o processo de seleção analisará apenas uma proposta, por proponente, que pode ser uma proposta de propriedade intelectual da Marinha do Brasil ou da empresa selecionada.

Além disso, a empresa interessada terá de contemplar a manutenção pós-venda, a utilização de empresas instaladas no Brasil, e abrigar no mínimo 30% de conteúdo local, no primeiro navio, de transferência de tecnologia.

"A RFP traz uma obrigatória participação de empresas brasileiras, preferencialmente, empresas estratégicas de defesa, com expertise em sistemas de comando e controle. Todo esse processo deverá garantir envolvimento pleno da Marinha, afim de assegurar total domínio e conhecimento gerado do desenvolvimento e da integração, sensores e armamentos", assegurou o militar.

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