Brasília, 21 de novembro de 2018 - 09h06

Dilma discute imigração em viagem ao Haiti

01 de fevereiro de 2012
por: InfoRel
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Brasília - A presidente Dilma Rousseff desembarca em Porto Príncipe nesta quarta-feira, 1º, para discutir com o mandatário haitiano Michel Martelly, a situação dos imigrantes que estão deixando o país com destino ao Brasil. Em dezembro, o país concedeu 1,2 mil vistos para haitianos sem a exigência de vínculo empregatício.



O governo brasileiro entende que há uma situação humanitária que precisa contar com o apoio do Haiti para não se tornar uma calamidade. A maioria dos haitianos que chegam ao Brasil utilizam quadrilhas dedicadas ao tráfico de pessoas.



O Brasil também cobra do Equador e Peru, países utilizados como "pontes", que endureçam a fiscalização e o monitoramento das suas fronteiras e aeroportos.



Os haitianos que deixam o país seguem para a República Dominicana de onde tomam um vôo com destino à América do Sul. Equador e Peru não exigem vistos e isso facilita o desembarque.



De Quito e Lima, eles seguem até a fronteira com o Brasil.



A situação é mais grave em Tabatinga (AM) e Brasiléia (AC), mas também há haitianos no estado de Rondônia.



Pela decisão brasileira, os haitianos que receberão o visto poderão trazer os respectivos cônjuges, pai e mãe e filhos menores de 24 anos, solteiros e dependentes financeiros.



Cada imigrante haitiano gasta em média, US$ 3 mil para deixar o país e vir para o Brasil.



Minustah



O ministro da Defesa, Celso Amorim, embarcou nesta terça-feira, 31, para Porto Príncipe. Ele acompanhará a presidente Dilma Rousseff nos contatos com os militares que integram a missão de paz da ONU no país.



Na oportunidade, irão conversar sobre a redução do contingente militar. Em março, o Brasil deverá retirar pouco mais de 200 militares e a idéia é reduzir a tropa para no máximo 1,2 mil.



Já está certo que o Brasil será o último país a deixar o Haiti quando a missão das Nações Unidas for encerrada. O país comanda da Minustah desde 2004 quando foi criada pelo Conselho de Segurança da ONU.

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