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Embrapa abre escritório na África

Embrapa abre escritório na África no segundo semestre

A comissão da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), formada pelo pesquisador Cláudio Bragantino, o consultor Roberto Castelo Branco e o futuro embaixador do Brasil em Gana, Luiz Fernando Serra, retornou ao Brasil nesta quinta-feira, trazendo o Acordo de Sede, que contém as prerrogativas e as concessões do governo de Gana para a instalação do escritório da Embrapa África.

Para 2006, a empresa terá um orçamento previsto de US$ 300 mil, e nos próximos cinco anos, US$ 500 mil dólares por ano. O escritório em Gana será coordenado por dois técnicos da empresa em conjunto com o pessoal de apoio a ser indicado pelo governo de Gana.

O escritório da Embrapa África pretende compartilhar conhecimentos com pesquisadores de todo o continente, e contribuir para o desenvolvimento sustentável, social, econômico, para a segurança alimentar e para o combate à fome na África.

Segundo a empresa, a contribuição da Embrapa será baseada na transferência de tecnologia e em projetos de desenvolvimento agrícolas, além de oferecer assistência técnica aos pesquisadores africanos para a formação e desenvolvimento de recursos humanos.

Por outro lado, a Embrapa vai atuar na busca por novos espaços para o agronegócio brasileiro, com parcerias a serem firmadas com organismos doadores. Dois técnicos da empresa vão coordenar os trabalhos em conjunto com o pessoal de apoio, indicado pelo governo de Gana.

Segundo a Embrapa, o Acordo foi elaborado pelo governo africano no intervalo entre a primeira e a segunda missão da empresa àquele país. Os ministros de Relações Exteriores dos dois países irão firmar o acordo que deverá ser ratificado pelos respectivos parlamentos. A partir daí, a Embrapa estará autorizada a instalar-se em Gana.

A apresentação do escritório da Embrapa África se deu durante a I Reunião de Geral de Chefes da Embrapa deste ano. O coordenador adjunto da Coordenadoria de Cooperação Internacional, Sotto Pacheco Costa explicou que Gana foi escolhida como sede, por ser um país de colonização francesa, o que o torna um país estratégico e geopoliticamente neutro, em um território de maioria lusófona.

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