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Engenharia do Exército prepara terreno da Base Logística Multinacional AMAZONLOG17

Brasília – Próximo do início do Exercício Logístico na tríplice fronteira, o ritmo de trabalho é intenso. No total, serão envolvidos 21 países e 20 Agências, e o exercício acontecerá de 6 a 13 de novembro em Tabatinga (AM), na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

Ao longo de 2017, no contexto do Exercício AMAZONLOG17, militares do 2º Grupamento de Engenharia, pertencente ao 6º Batalhão de Engenharia de Construção (6º BEC), realizaram nove viagens a Tabatinga, com o objetivo de efetivar reconhecimentos especializados de engenharia e vistorias nos serviços de infraestrutura, com foco em água, energia, esgoto, terraplenagem e na parte ambiental, visando à preparação do terreno da Base Logística Multinacional.

De acordo com a Força Terrestre, a Engenharia do Exército será a responsável pela distribuição (água de concessionária, água de poço e água das estações de tratamento militares) e pelo armazenamento de 96 mil litros de água/dia, sendo necessário lançar mais 1 km de tubulação de água.

Em relação ao serviço de energia, serão lançados 2 km de cabeamento pelo 6º BEC e 1,5 km pela concessionária de fiação. Também serão utilizados dois transformadores de 225 kw, 2 transformadores de 150 kw, 2 geradores de 300 kw e 2 geradores de 250 kw. O consumo de óleo diesel estimado para as atividades é de 30 mil litros.

O 6º BEC está presente em Tabatinga com 94 militares, 21 equipamentos de engenharia e 15 viaturas. Desde o dia 3 de julho, o ritmo de trabalho é de 10 horas diárias, de segunda a sábado. A desmobilização ocorrerá em 3 de dezembro, totalizando 22 semanas de operações.

O AMAZONLOG17 é um Exercício Logístico na Região Amazônica e possui as seguintes características: caráter multinacional e interagências; foco nas ações humanitárias; preservação do meio ambiente – sustentabilidade; desdobramento de Unidades Logísticas Multinacionais Integradas; emprego de sistema logístico para apoiar civis e militares em regiões remotas, desassistidas e com pouca infraestrutura; espaço para empresas da área de defesa com produtos de emprego dual; interoperabilidade – capacidade de resposta multinacional; baseado na cooperação internacional; amparo legal e nas políticas, estratégias e acordos de cooperação.

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