Esquerda latino-americana se articula para comandar a OEA

A esquerda latino-americana está se articulando desde dezembro para comandar a Organização dos Estados Americanos (OEA), o mais antigo mecanismo político hemisférico. As eleições serão realizadas em 20 de março e bastam 18 votos para eleger-se. Para tanto, foi lançada a candidatura da ex-ministra de Relações Exteriores do Equador, Maria Fernanda Espinosa, que deve contar com os apoios da Argentina, Cuba, Nicarágua e Venezuela.

O atual Secretário-Geral da OEA, Luis Almagro, anunciou em dezembro de 2018 que buscaria a reeleição. Ele tem o apoio do Brasil, Estados Unidos, Colômbia, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru e deverá ser respaldado pelo novo governo do Uruguai. Além de Espinosa e Almagro, o atual embaixador do Peru nos Estados Unidos, Hugo de Zela, também concorrerá ao cargo.

Em nota, a chancelaria argentina informou que “trabalha com o México, Peru, Panamá, Antígua e Barbuda e São Vicente e Granadinas, na construção de uma candidatura alternativa a de Almagro”.

Marcelo Rech – 13/01/2020

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