Brasília, 17 de novembro de 2018 - 05h52

Estados Unidos insiste em acordo militar com a Col

11 de outubro de 2010
por: InfoRel
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O governo dos Estados Unidos vai insistir em levar adiante o acordo militar com a Colômbia, paralisado por conta de uma decisão da Corte Constitucional daquele país.



De acordo com o Subsecretário de Defesa norte-americano, Frank Mora, a administração Obama segue interessada no tratado justamente por conta das Farc que se encontram fragilizadas, mas não derrotadas.



Mora esteve em Bogotá neste final de semana para discutir o aprofundamento das relações entre os dois países no campo militar.



Segundo ele, a morte de Mono Jojoy é significativa, mas as Farc ainda estão em condições de organizar atentados terroristas e para derrotá-las definitivamente, os dois países precisam avançar no acordo que prevê o uso de sete bases colombianas por militares norte-americanos.



Frank Mora afirmou ainda que o Equador não enfrentou um golpe de Estado e que os Estados Unidos não estiveram por trás do levante militar, como sugeriu o presidente boliviano Evo Morales.



Na sua opinião, os militares latino-americanos não têm as mesmas motivações dos anos 60 e o que deve realmente preocupar a região é o armamentismo venezuelano.



O subsecretário norte-americano mostrou-se preocupado ainda com a denúncia de que membros da organização terrorista ETA tenham sido treinados na Venezuela, mas descartou a possibilidade de uma intervenção militar como as que o país realizou na Somália e Yemen.



“Aqueles eram casos de estados falidos e esse não é o caso de nenhum país sul-americano. Sobre o ETA, não tenho dados que comprovem a cumplicidade do governo venezuelano, mas não nos surpreende que estejam ali ou em outros países”, destacou.



Sobre o armamentismo venezuelano, Frank Mora, reiterou que a preocupação recai sobre a falta de transparência.



“Isso nós vimos no Brasil, Chile e Colômbia, mas não na Venezuela. Dizem que é para se defender dos Estados Unidos, mas não demos nenhuma indicação de que pretendemos atacá-los”, explicou Mora.

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