Defesa

Venezuela e Nicarágua vão integrar suas Forças Arm
30/04/2012
Brasil aumenta para US$ 2 bilhões os créditos para
30/04/2012

EUA buscam sul-americanos para vigiar e proteger a

EUA buscam sul-americanos para vigiar e proteger a Ásia - Pacífico

Brasília – Uma das principais tarefas do Secretário de Defensa norte-americano, Leon Panetta, em seu giro por Colômbia, Brasil e Chile, foi encontrar países dispostos a ajudar os Estados Unidos a vigiar e proteger a Ásia e o Pacífico.

Com a redução do orçamento de Defesa, o Pentágono aposta em novos sócios militares na região, recuperar a confiança e assim, tentar também conter a influência crescente da China na América Latina.

Para Washington, essa parceria poderia render muitos benefícios econômicos e políticos tanto para os Estados Unidos como para os países sul-americanos.
Panetta também ofereceu o apoio dos Estados Unidos para o combate cada vez mais necessário aos ataques cibernéticos.

As autoridades de Defesa dos Estados Unidos deixaram a região convencidos que em algum momento – após as eleições norte-americanas – será possível conversar com os países sul-americanos sobre a possível assistência destes às forças afegãs uma vez concluída a retirada dos soldados da OTAN daquele país, prevista para o final de 2014.

De acordo com militares dos Estados Unidos, há países sul-americanos interessados, mas o Pentágono irá manter em sigilo as negociações até se que tenha um desenho completo de como esse assessoramento poderá ser efetivado.

Os Estados Unidos pretendem colocar Iraque e Afeganistão num segundo plano para poder dedicar-se à Ásia – Pacífico, onde preocupam a Coréia do Norte e os planos militares da China para reforçar seu papel político e comercial.

O Pentágono estuda transferir mais soldados para o Pacífico com o apoio dos países da América do Sul e assim, reduzir seus custos operacionais. Ao mesmo tempo, os sul-americanos poderiam aumentar sua presença em nível global.

Na avaliação de Panetta, “acreditamos que a melhor maneira de abordar o futuro é mediante a concertação de associações, alianças, para desenvolver relações com outros países, compartilhar informações, assistência, capacidades, e desta maneira podemos prover mais segurança para o futuro”, afirmou ainda em Brasília.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *