Defesa

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30/03/2011
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31/03/2011

Exército participa do Diálogo Internacional de Def

Exército participa do Diálogo Internacional de Defesa

Entre os dias 23 e 25 de março, o Comandante do Exército, General Enzo Martins Peri, participou em Jacarta, na Indonésia, do Diálogo Internacional de Defesa.

Durante o evento, Chefes de Estado, Ministros da Defesa, Comandantes militares e civis de 34 países, da ONU, da OTAN e de outros organismos internacionais discutiram assuntos relativos a offset, transferência de tecnologia, segurança e contraterrorismo.

O Comando do Exército informou que a iniciativa da JIDD partiu da Universidade de Defesa Indonésia e contou com inúmeros palestrantes internacionais, que trouxeram experiências de seus países nos temas em questão.

Juntamente com os eventos, ocorreu uma exposição de material da indústria militar de Defesa, a Asia Pacific Security & Defense Expo – APSDEX, no Centro de Convenções de Jacarta.

O Brasil foi convidado para participar da JIDD como um dos palestrantes principais do evento.

Com o tema “Visão e Estratégias para a criação de planos para compensações e transferência de tecnologias para o futuro”, o Enzo Peri expôs dados relativos ao Brasil, sua Política de Defesa Nacional, sua Estratégia Nacional de Defesa e sobre o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, o SISFRON.

Ele participou ainda da exposição realizada por Alain Le Roy, Vice-Secretário Geral para Operações de Manutenção de Paz das Nações Unidas, que falou sobre as atividades do Departamento de Missões de Paz no Mundo.

Na oportunidade, o representante das Nações Unidas destacou a participação do Brasil na Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH).

Segundo ele, “as tropas brasileiras, com o apoio de outras tropas, atingiram níveis eficazes na coleta local de dados de inteligência (informações), conquistando, com isso, um formato eficiente na configuração de suas tropas e de suas instalações. As operações foram realizadas com pessoal devidamente equipado,  treinado e dirigido. Isso aponta para a importância da inteligência nível tático para as modernas operações de manutenção de paz, aos sistemas de comando eficazes, capazes de operar em ambientes com ritmo elevado, e para a necessidade de tropas bem preparadas e equipadas.”

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