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Programa FX2

16 de outubro de 2009
por: InfoRel
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O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta quinta-feira, que o contrato para a aquisição de 36 aviões de combate para a Força Aérea Brasileira (FAB), deverá ser assinado até dezembro.


Ele voltou a criticar os Estados Unidos que estão na disputa com o F-18 Super Hornet. Segundo Jobim, a proposta norte-americana é problemática por conta dos antecedentes, principalmente o veto à venda do Super Tucano para a Venezuela em 2006.


Quanto ao Gripen NG, da Suécia, o ministro explicou que se trata de um avião que não existe e que quando existir terá será com um motor fabricado nos Estados Unidos, o que inviabiliza a capacidade brasileira de produzi-lo para a América Latina.


Já a Dassault, fabricante do Rafale, o preferido do ministro e do presidente Lula, decidiu reduzir o preço do avião para confirmar o favoritismo.


Embora os valores não tenham sido revelados, a empresa pretende manter para o Brasil os preços pagos pela Força Aérea da França que opera 140 unidades.


Além disso, a Dassault quer ir além da transferência de tecnologia, desenvolvendo o produto no Brasil provavelmente em parceria com a Embraer.


Segundo a empresa, o Rafale também já foi testado em combate no Afeganistão. Dos três modelos, o Gripen é o único que não foi operado numa guerra.


Super Tucano


A Embraer bem que gostaria de ver a Boeing vencer a licitação da FAB. Isso poderia facilitar a sua vida na concorrência para a venda de 200 aviões para a Força Aérea dos Estados Unidos.


Mas, a eventual eliminação do F18 não significa necessariamente uma derrota para a Embraer.


A empresa poderá ser ajudada com um acordo militar que Brasil e Estados Unidos discutem e que poderá ser assinado logo que o Itamaraty concluir suas análises.


Com o acordo, a Embraer poderá ser beneficiada diretamente com a extinção da concorrência.


Nesta quinta-feira, a empresa fechou um contrato para o fornecimento de oito Super Tucano para a Força Aérea da Indonésia. Este será o terceiro contrato do ano para a venda do modelo.


Em 2009, já foram vendidos para o exterior, 40 aeronaves. No total, a Embraer vendeu 177 aviões. Foram entregues 75 para a FAB e 25 para a Força Aérea da Colômbia (FAC).


Chile (12), República Dominicana (8) e Equador (3) também adquiriram o Super Tucano.

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