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Fim das Farc consolida popularidade de Uribe

Fim das Farc consolida popularidade de Uribe

Bogotá – O presidente colombiano Álvaro Uribe festeja uma popularidade que já supera os 80% graças, acredita o governo, à luta contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Ele que teve o pai assassinado pela guerrilha, aposta num terceiro mandato para manter a Política de Segurança Democrática que tem alcançado importantes vitórias sobre os guerrilheiros.

O presidente colombiano mantém uma postura pessoal de tolerância zero em relação a mais antiga organização guerrilheira da América Latina e talvez pela primeira vez em sua história, o país acredita que esta guerra pode ser vencida.

Vários analistas ouvidos na capital do país discordam dos métodos utilizados pelo presidente, mas reconhecem que ele não teria adversários neste momento caso pudesse disputar o terceiro mandato.

Políticos ouvidos pelo InfoRel na sede do Congresso colombiano reconheceram que parte da população teme que esse processo seja interrompido caso outro político venha a suceder Álvaro Uribe.

No momento em que o Parlamento da Colômbia atravessa uma de suas piores fases, com a prisão de deputados e senadores envolvidos com a para-política, ninguém vê um nome em condições de rivalizar com o projeto uribista.

Para alguns deputados, o projeto do terceiro mandato é uma violência contra a democracia, mas diante do descrédito do Legislativo, a população prefere manter Uribe no poder.

Esses parlamentares também reconhecem que a comunidade internacional vê de forma diferente os projetos de Uribe e Chávez. Um novo mandato para o venezuelano é visto como a consolidação de uma ditadura.

Além disso, analistas entendem que a guerrilha está combalida, muito próxima do seu fim. Ainda têm algum poder, mas já não se pode dizer que esta é uma guerra invencível. As Farc podem cair e sabem disso.

As forças públicas estão convencidas que a única coisa que move as Farc é o narcotráfico e que a cúpula da organização está rachada com a tropa divida principalmente pela decisão do presidente Uribe de premiar os guerrilheiros que se desmobilizam.

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