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Gás boliviano: negociações só em julho

Gás boliviano: negociações só em julho

O presidente boliviano Evo Morales anunciou que as negociações sobre os novos preços do gás vendido ao Brasil serão realizadas em julho, depois que a Bolívia concluir as tratativas com a Argentina, que também importa gás do país.

As negociações com os argentinos deverão ser fechadas ainda este mês. Depois, os bolivianos iniciam as conversas com autoridades brasileiras. Morales e o presidente argentino Nestor Kirchner, deverão assinar o novo contrato em Buenos Aires, no dia 29 de junho.

Segundo fontes bolivianas, os argentinos já teriam concordado em pagar um mínimo de US$ 5 por milhão de BTU (Unidade Térmica Britânica). Além disso, a Petrobrás também já teria recebido uma “notificação amistosa” do governo boliviano, sobre a revisão dos preços do gás.

O contrato do Brasil com a Bolívia foi firmado em 1999 e vai até 2019 e prevê a importação de 26 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

A Bolívia também busca uma nova empresa para auditar suas reservas de gás, uma vez que a empresa norte-americana que era responsável pelos estudos reduziu em oito trilhões de pés cúbicos as reservas conhecidas.

De acordo com o governo boliviano, essas reservas são de 48,7 trilhões de pés cúbicos. Em 2005, as jazidas conhecidas eram de 26,7 trilhões.

Apesar das divergências, a Bolívia mantém a segunda maior reserva de gás da América do Sul. A Venezuela, com 150 trilhões de pés cúbicos, tem a primeira.

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