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08/09/2009
Comunicado Conjunto Brasil – El Salvador
09/09/2009

Ciência & Tecnologia

General defende mais recursos para pesquisas de uso dual

Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, o general Augusto Heleno Ribeiro, está preocupado com a falta de recursos para o desenvolvimento de produtos sensíveis para as Forças Armadas brasileiras.

Em depoimento à Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal, o militar afirmou que a implantação do Centro de Estudos Científico-Tecnológicos Avançados do Exército (CECTAEx), no pólo tecnológico de Campinas (SP), é fundamental para o fortalecimento da indústria dual no país.

O CECTAEx será construído numa área de 23,8  mil m2 e custará cerca de R$ 4,5 milhões.

De acordo com o militar, o Departamento de Ciência e  Tecnologia criado em 2005, nasceu com o objetivo de integrar pesquisa e desenvolvimento de sistemas de comunicações, informática, mecânica, engenharia de materiais e de cartografia do Exército.

Também é responsabilidade do DCT a atualização do sistema de comando e controle do Exército.

O general Augusto Heleno afirmou que o Brasil possui recursos humanos de elevado nível intelectual e de capacitação para o cumprimento dessa missão.

Segundo ele, “o único problema que temos nessa área é a questão da evasão após os estudos. São vários os cérebros privilegiados que são convidados para trabalhar no exterior e acabam deixando o Exército”.

Ele informou ainda que a área de ciência e tecnologia do Exército conta com R$ 80 milhões para 2009. “Esse valor é a metade do que vale o jogador Kaká”, comparou.

Programa FX2

Os senadores de oposição aproveitaram a oportunidade para criticar o presidente Lula que anunciou na última segunda-feira a escolha do caça Rafale, faricado pela empresa francesa Dassault, no âmbito da licitação da Força Aérea Brasileira (FAB).

Na noite desta terça-feira, 8, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, informou em nota que a licitação não foi concluída e que os modelos F18 Super Hornet, dos Estados Unidos, e Gripen, da Suécia, continuam na briga.

Ainda na segunda-feira, em conversa com jornalistas em Brasília, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, confirmou que o Brasil havia decidido iniciar negociações com a França, descartando os demais concorrentes.

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