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Guerra pelo poder acirra crise

Guerra pelo poder acirra crise

A presidente Dilma Rousseff acaba de completar oito meses de mandato e já teve de demitir três ministros e uma penca de aspones.

Ela tenta impor uma nova forma de governar, bem diferente do antecessor, permissivo e complacente com os desvios de conduta em seus dois governos.

Mas, mudanças são sempre muito difíceis de implementar.

Quem sempre se beneficiou do Estado, não aceita isso.

Resistem, batem o pé, ameaçam…..

Em geral, os “homens públicos” estão para aí para servirem-se do Estado e não o contrário.

O fato concreto: Dilma Rousseff herdou um país entregue a verdadeiras quadrilhas.

Partidos e caciques simplesmente transformaram ministérios e autarquias em territórios privados de onde financiam seus próprios interesses.

Mexer nisso implica muito mais que coragem.

Enquanto isso, o país convive com péssimos serviços em todos os setores.

Bandidos têm mais direitos que qualquer pessoa de bem, honesta, ética e trabalhadora!

Aeroportos, rodovias, portos, escolas, hospitais. Nada funciona.

Pagamos impostos monstruosos em troca de escândalos e mais escândalos.

Em todo lugar tem um sujeito que dá as cartas, que manda e desmanda. E o sindicato, claro. Sempre tem um sindicato para achacar.

É curioso ver o Brasil pleitear um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Um país que não consegue construir meio palmo de estrada sem meter a mão no bolso do trabalhador quer estar na cena para “resolver” os imbróglios dos outros.

Os que caíram, querem levar mais gente junto.

Não perderam a vergonha porque nunca tiveram.

E a juventude nas universidades, está mais preocupada com o seu direito de fumar maconha.

Pena!

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